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Biblia de Jerusalén (1976) -
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11
|Daniel 4:11|
Con recia voz gritaba así: “Abatid el árbol, cortad sus ramas, arrancad sus hojas, tirad sus frutos; váyanse las bestias de debajo de él, y los pájaros de sus ramas.
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12
|Daniel 4:12|
Pero dejad en tierra tocón y raíces con ataduras de hierro y bronce, entre la hierba del campo. Sea bañado del rocío del cielo y comparta con las bestias la hierba de la tierra.
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13
|Daniel 4:13|
Deje de ser su corazón de hombre, désele un corazón de bestia y pasen por él siete tiempos.
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14
|Daniel 4:14|
Es la sentencia dictada por los Vigilantes, la cuestión decidida por los Santos, para que sepa todo ser viviente que el Altísimo domina sobre el reino de los hombres: se lo da a quien le place y exalta al más humilde de los hombres.”»
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15
|Daniel 4:15|
«Tal es el sueño que he tenido yo, el rey Nabucodonosor. Tú, Beltsassar, dime su interpretación, ya que ninguno de los sabios de mi reino ha podido darme a conocer su interpretación; pero tú puedes, porque en ti reside el espíritu de los dioses santos.»
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16
|Daniel 4:16|
Entonces Daniel, por sobrenombre Beltsassar, quedó un instante aturdido y turbado en sus pensamientos. El rey tomó la palabra y dijo: «Beltsassar, no te turbe este sueño y su interpretación.» Respondió Beltsassar: «¡ Oh mi señor, sea este sueño para tus enemigos y su interpretación para tus adversarios!
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17
|Daniel 4:17|
Ese árbol que has visto, que se hizo grande y corpulento, cuya altura llegaba hasta el cielo y que era visible en toda la tierra,
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18
|Daniel 4:18|
que tenía hermoso ramaje y abundante fruto, en el que había alimento para todos, bajo el cual se cobijaban las bestias del campo y en cuyas ramas anidaban los pájaros del cielo,
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19
|Daniel 4:19|
eres tú, oh rey, que te has hecho grande y poderoso, cuya grandeza ha crecido y ha llegado hasta el cielo, y cuyo dominio se extiende hasta los confines de la tierra.
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20
|Daniel 4:20|
«En cuanto a lo que ha visto el rey: un Vigilante, un santo que bajaba del cielo y decía: “Abatid el árbol, destruidlo, pero el tocón y sus raíces dejadlos en tierra, con ataduras de hierro y bronce, entre la hierba del campo, y sea bañado del rocío del cielo y comparta la suerte con las bestias del campo hasta que hayan pasado por él siete tiempos”,
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Sugestões

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07 de julho LAB 554
CRÊ-ACIONISTA
SALMOS 135-139
Sabe por que na leitura de hoje tem tantos salmos de louvor para depois terminar com um salmo científico? Para começar a responder, quero lhe mostrar o resultado de duas pesquisas feitas com cientistas a respeito de suas crenças religiosas (Perspective Digest - ano 2001, vol. 6, nº. 3):
CIENTISTAS QUE...
(Primeira Pesquisa – Realizada em 1916)
...disseram acreditar em Deus 40%
...disseram não acreditar em Deus 45%
...não responderam à pesquisa 15%
(Segunda Pesquisa – Realizada em 1996)
...disseram acreditar em Deus 40%
...disseram não acreditar em Deus 45%
...não responderam à pesquisa 15%
Depois de 80 anos, a crença dos cientistas não mudou porque, na natureza, há evidências da existência do Criador! Por isso, Einstein falava que “a ciência sem a religião é manca; e a religião sem a ciência é cega”. Deus deseja que a ciência seja uma ferramenta útil para mostrar que Ele é o Criador. Como Ele é um Ser e não simples matéria ou fórmula, Sua existência é provada pelos humanos através da experiência pessoal, no relacionamento com Ele. Nem todos têm essa coragem. Dessa forma, ao longo do tempo, sempre existem crentes e céticos.
Mas os criacionistas são a grande maioria. Muito mais da metade da população acredita que fomos feitos por Deus. Por que, após mais de um século de pregação, tão poucos sigam a doutrina evolucionista? Para Ariel Roth, cientista cristão, o problema é que “muitos acham difícil acreditar que o homem e todas as complexas formas de vida ao seu redor, juntamente com a Terra e um Universo que tão adequadamente os sustentam, se tornaram organizados por si mesmos.”
É muito ilógico olhar para um sistema de complexidade irredutível, como por exemplo, o olho, e não esperar que alguém o tenha planejado (Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin - Editora Jorge Zahar). Isso tem sido motivo de discussão por dois séculos. A questão da origem do olho não é tida como um tópico favorito de discussão, por vários evolucionistas (Pierre P. Grassé, Evolution of Living Organisms: Evidence for a New Theory of Transformation - Nova York, San Francisco e Londres: Academic Press - 105). Até Darwin, ciente desse problema, confessou seu desespero numa carta que escreveu a Asa Grey, em 3 de abril de 1860, que diz: “Só de pensar no olho, tenho calafrios”. “Tipos altamente complexos de olhos como os nossos são um assombro de partes coordenadas que operam em conjunto para que possamos ver” (Ariel A. Roth, Origens, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001, 29-30). “Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção” (Salmo 139:14).
Valdeci Júnior
Fátima Silva