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Biblia de Jerusalén (1976) -
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11
|Neemias 13:11|
Reprendí por ello a los consejeros diciéndoles: «¿Por qué ha sido abandonada la Casa de Dios?» Luego los reuní de nuevo y los restablecí en sus puestos.
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12
|Neemias 13:12|
Y todo Judá trajo a los almacenes el diezmo del trigo, del vino y del aceite.
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13
|Neemias 13:13|
Puse al frente de los almacenes al sacerdote Selemías, al escriba Sadoq y Pedaías, uno de los levitas, y como ayudante, a Janán, hijo de Zakkur, hijo de Mattanías, porque eran considerados como personas fieles; les incumbía distribuir las porciones a sus hermanos.
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14
|Neemias 13:14|
¡Acuérdate de mí por esto, Dios mío; no borres las obras de piedad que yo hice por la Casa de mi Dios y por sus servicios!
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15
|Neemias 13:15|
Por aquellos días, vi que había en Judá quienes pisaban los lagares en día de sábado; otros acarreaban los haces de trigo y los cargaban sobre los asnos, y también vino, uva, higos y toda clase de cargas, para traerlo a Jerusalén en día de sábado: les advertí que no vendiesen sus mercancías.
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|Neemias 13:16|
En Jerusalén, algunos tirios que habitan en ella traían pescado y toda clase de mercancías para vendérselas a los judíos en día de sábado,
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|Neemias 13:17|
Reprendí a los notables de Judá diciendo: «¡Qué mala acción cometéis profanando el día del sábado!
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18
|Neemias 13:18|
¿No fue así como obraron vuestros padres y por lo que nuestro Dios hizo caer toda esta desgracia sobre nosotros y sobre esta ciudad? ¡Y vosotros aumentáis así la Cólera contra Israel profanando el sábado!»
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19
|Neemias 13:19|
Así que ordené que cuando la sombra cubriese las puertas de Jerusalén, la víspera del sábado se cerrasen las puertas, y que no se abriesen hasta después del sábado. Y puse junto a las puertas a algunos de mis hombres para que no entrase carga alguna en día de sábado.
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20
|Neemias 13:20|
Una o dos veces, algunos mercaderes que vendían toda clase de mercancías pasaron la noche fuera de Jerusalén,
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Sugestões

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25 de fevereiro LAB 422
ESQUEMA DO “PLANTA-COLHE”
Deuteronômio 01-03
Você já ouviu o ditado: “Quem planta, colhe?” Nem sempre, mas, muitas vezes, ele é verdadeiro. Quem planta, colhe... Colhe o quê? Aí é onde podemos criar outro ditado mais ou menos assim: se colhe o que se planta. Já pensou se você pegasse sementes de jabuticaba e as plantasse, mas não tivesse a garantia de que nasceria jabuticaba? Poderia, talvez, nascer melancia, maracujá, erva cidreira... Já pensou nisso?
O indivíduo plantaria uma roça inteira e não saberia se daria certo ou não. O mundo seria uma confusão tão grande, que seria um caos. Mas a verdade é que quem planta arroz, colhe arroz; quem planta milho, colhe milho; se plantar mandioca, colherá mandioca, se plantar beterraba, colherá beterraba; se plantar macarrão, colherá macarrão.... Opa! Pera aí! Aí não, né? Plantar macarrão, colherá macarrão? É aí onde não se aplica o ditado “quem planta, colhe”, porque nem tudo que se plantar pode nascer.
Esse esquema de plantar e colher pode muito bem ser visto na leitura bíblica de hoje. Nesses três capítulos que devemos ler, vemos “colheitadas” vindas de “plantadas”. Mas não se trata de vegetais. É o plantar e colher de ações humanas.
Em Deuteronômio 1, o povo estava indo em direção à Terra que Deus tinha prometido a eles. Receber a posse dessa terra era a bênção decorrente de eles terem seguido as orientações de Deus. Mas, infelizmente, ainda no mesmo capítulo, vemos o povo esquecendo da colheita que eles tinham pela frente e fizeram uma rebelião. Que papelão! Então, a partir do verso 34, tem aí o castigo que os israelitas começam a receber. Não é que Deus é um pai carrasco, que fica com a varinha na mão, esperando Seus filhos errarem para, então, Ele castigar. Não! Mas Deus lida com as consequências. Ele deixa que as consequências aconteçam para percebermos o esquema do “planta-colhe”.
Dê uma olhada em Deuteronômio 2. Desse capítulo, e estudando toda a história da jornada dos israelitas no deserto, aprendemos que a distância entre o Egito e Canaã não era tão longe. Eles gastariam apenas algumas semanas de viagem. Mas devido à teimosia deles, ficaram vagueando no deserto por 40 anos. É o esquema do “planta-colhe”.
Todavia, Deus é tão misericordioso que, muitas vezes, Ele entra na história e fura esse esquema. Ainda no capítulo 2 e início do 3, o Senhor deixa que o povo saia como vencedor. Logo adiante, vemos que a misericórdia de Deus não é injusta. Ele não tem esquemas para favorecer ninguém injustamente. Moisés também não escapou do esquema do “planta-colhe”.
E você? O que tem plantado no seu dia-a-dia? Reflita nisso!
Valdeci Júnior
Fátima Silva