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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Louis Segond (1910) -
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11
|2 Samuel 21:11|
On informa David de ce qu'avait fait Ritspa, fille d'Ajja, concubine de Saül.
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12
|2 Samuel 21:12|
Et David alla prendre les os de Saül et les os de Jonathan, son fils, chez les habitants de Jabès en Galaad, qui les avaient enlevés de la place de Beth-Schan, où les Philistins les avaient suspendus lorsqu'ils battirent Saül à Guilboa.
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13
|2 Samuel 21:13|
Il emporta de là les os de Saül et de Jonathan, son fils; et l'on recueillit aussi les os de ceux qui avaient été pendus.
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14
|2 Samuel 21:14|
On enterra les os de Saül et de Jonathan, son fils, au pays de Benjamin, à Tséla, dans le sépulcre de Kis, père de Saül. Et l'on fit tout ce que le roi avait ordonné. Après cela, Dieu fut apaisé envers le pays.
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15
|2 Samuel 21:15|
Les Philistins firent encore la guerre à Israël. David descendit avec ses serviteurs, et ils combattirent les Philistins. David était fatigué.
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16
|2 Samuel 21:16|
Et Jischbi-Benob, l'un des enfants de Rapha, eut la pensée de tuer David; il avait une lance du poids de trois cents sicles d'airain, et il était ceint d'une épée neuve.
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17
|2 Samuel 21:17|
Abischaï, fils de Tseruja, vint au secours de David, frappa le Philistin et le tua. Alors les gens de David jurèrent, en lui disant: Tu ne sortiras plus avec nous pour combattre, et tu n'éteindras pas la lampe d'Israël.
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18
|2 Samuel 21:18|
Il y eut encore, après cela, une bataille à Gob avec les Philistins. Alors Sibbecaï, le Huschatite, tua Saph, qui était un des enfants de Rapha.
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19
|2 Samuel 21:19|
Il y eut encore une bataille à Gob avec les Philistins. Et Elchanan, fils de Jaaré-Oreguim, de Bethléhem, tua Goliath de Gath, qui avait une lance dont le bois était comme une ensouple de tisserand.
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20
|2 Samuel 21:20|
Il y eut encore une bataille à Gath. Il s'y trouva un homme de haute taille, qui avait six doigts à chaque main et à chaque pied, vingt-quatre en tout, et qui était aussi issu de Rapha.
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Sugestões

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01 de fevereiro LAB 398
LEVÍTICO E VIDA
Levítico 01-04
São várias as traduções bíblicas que apresentam o enunciado “O terceiro livro de Moisés chamado LEVÍTICO”. Tal título está baseado no fato de que esse livro lida com o assunto dos regulamentos que estavam relacionados com o desempenho das funções dos membros da tribo de Levi.
Deus fala ou Deus é? Segundo Leslie Hardinge e Frank Holbrook (Levítico e Vida, LES, Casa Publicadora Brasileira, 1º trimestre de 1989, páginas 2 e 3), a expressão “Yahweh falou”, ou algum equivalente, aparece em Levítico pouco mais de cinqüenta vezes, enquanto o termo “Eu sou Yahweh” e seus equivalentes aparecem mais de cem vezes no mesmo livro. Portanto, a autoridade e o nome do Senhor são citados em uma média de uma vez para cada oito versos. Isso mostra a ênfase de que os regulamentos desse livro não são de origem mosaica, mas divina.
Como o povo de Deus deveria adorá-Lo, desde o começo? A clara sistematização da resposta a esta pergunta é o conteúdo dos regulamentos levíticos. Eles também contém muitos símbolos que figuram o processo da salvação, revelando verdades espirituais que Jeová queria ensinar para Seus filhos. De forma profética, esses símbolos apontam para o ministério de Jesus.
E o que isso tem a ver com a nossa realidade? As pessoas modernas continuam sendo instintivamente propensas ao pecado. Isso faz com que o evangelho ainda seja necessário. O evangelho é eterno. E ele leva aos pecadores a graça de Deus para a salvação, desde os tempos antigos até hoje.
Um modelo teológico que nos ajuda a entender o plano da salvação está contido no livro Levítico. E assim como acontece em Êxodo e Números, tal metodologia se dá através do sistema do santuário. Esta é a razão de encontrarmos em Levítico o estabelecimento das normas para este sistema, além do estabelecimento dos preceitos para o cotidiano do povo que, dedicado ao concerto, tem o desejo de ser um reflexo do caráter divino. É um manual do crente.
Podemos dividir o livro Levítico em três partes. A primeira delas vai até além da metade do livro (capítulos 1 a 15), tratando, de uma maneira geral, sobre a “justificação em Jesus”. A segunda parte é um pequeno grande centro: o capítulo dezesseis. Ele é o eixo, pois, apresentando o assunto do dia da expiação, serve como ponte teológica entre a primeira e a terceira partes do livro. E essa terceira é aplicada à matéria da “santificação em Jesus”. Ao ler esse livro, é importante ter em mente esta estrutura literária.
Muito mais importante, é render-se à orientação mental concedida pelo Espírito Santo. Ao ler, ouça Deus falando. É vida!
Valdeci Júnior
Fátima Silva