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Louis Segond (1910) -
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|Gálatas 2:7|
Au contraire, voyant que l'Evangile m'avait été confié pour les incirconcis, comme à Pierre pour les circoncis, -
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|Gálatas 2:8|
car celui qui a fait de Pierre l'apôtre des circoncis a aussi fait de moi l'apôtre des païens, -
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|Gálatas 2:9|
et ayant reconnu la grâce qui m'avait été accordée, Jacques, Céphas et Jean, qui sont regardés comme des colonnes, me donnèrent, à moi et à Barnabas, la main d'association, afin que nous allassions, nous vers les païens, et eux vers les circoncis.
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|Gálatas 2:10|
Ils nous recommandèrent seulement de nous souvenir des pauvres, ce que j'ai bien eu soin de faire.
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|Gálatas 2:11|
Mais lorsque Céphas vint à Antioche, je lui résistai en face, parce qu'il était répréhensible.
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12
|Gálatas 2:12|
En effet, avant l'arrivée de quelques personnes envoyées par Jacques, il mangeait avec les païens; et, quand elles furent venues, il s'esquiva et se tint à l'écart, par crainte des circoncis.
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|Gálatas 2:13|
Avec lui les autres Juifs usèrent aussi de dissimulation, en sorte que Barnabas même fut entraîné par leur hypocrisie.
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|Gálatas 2:14|
Voyant qu'ils ne marchaient pas droit selon la vérité de l'Evangile, je dis à Céphas, en présence de tous: Si toi qui es Juif, tu vis à la manière des païens et non à la manière des Juifs, pourquoi forces-tu les païens à judaïser?
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|Gálatas 2:15|
Nous, nous sommes Juifs de naissance, et non pécheurs d'entre les païens.
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|Gálatas 2:16|
Néanmoins, sachant que ce n'est pas par les oeuvres de la loi que l'homme est justifié, mais par la foi en Jésus-Christ, nous aussi nous avons cru en Jésus-Christ, afin d'être justifiés par la foi en Christ et non par les oeuvres de la loi, parce que nulle chair ne sera justifiée par les oeuvres de la loi.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva