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P.Kulish (NT) (1871) -
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|1 Timóteo 3:6|
не новохрищеним, щоб розгордившись не впав у суд дияволський.
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|1 Timóteo 3:7|
Треба ж йому і сьвідкуваннє добре мати від остороннїх, щоб не впав у ганьбу та в тенета дияволські.
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|1 Timóteo 3:8|
Дияконам так само (треба бути) чесним, не двоязичним, щоб не вживали багато вина, не здирствовали,
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|1 Timóteo 3:9|
мали тайну віри в чистій совісті.
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10
|1 Timóteo 3:10|
І про таких же (треба) перше впевнитись, а потім нехай служять, бувши непорочними.
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|1 Timóteo 3:11|
Жінкам (їх) так само (треба бути) чесним, не до осуди, тверезим, вірним у всьому.
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|1 Timóteo 3:12|
Диякони що б бували однієї жінки чоловіками, дїтьми добре правлячи і своїми домами.
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|1 Timóteo 3:13|
Бо хто добре дияконував, степень собі добрий здобував і велику одвагу у вірі, що в Христї Ісусї.
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|1 Timóteo 3:14|
Се ішшу тобі, уповаючи прийти до тебе скоро;
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|1 Timóteo 3:15|
коли ж загаюсь, що б ти знав, як треба в дому Божому жити, котрий єсть церква Бога живого, стовп і утвердженне правди.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva