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P.Kulish (NT) (1871) -
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|2 Pedro 2:10|
найбільше ж тих, що ходять в слїд за тілом в нечистому хотінню, і зневажають начальство; що сьміливі, самолюбні, не лякають ся хулити власть,
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|2 Pedro 2:11|
хоч ангели, кріпостю і силою більшими бувши, не приносять проти них перед Господа докоряючого суду.
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|2 Pedro 2:12|
Сї ж як безсловесні зьвірі, природні, що родять ся на лови і забиттє, хулять, чого не розуміють, і в зотлїнню своїм загинуть,
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|2 Pedro 2:13|
і нагороду неправди приймуть. Солодкими вважають вони дочасні розкоші; вони
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|2 Pedro 2:14|
очі мають повні прелюбодїяння і неперестаючого гріха, надять душі неутверджені; серце в них навчене до зажерливосте, се - діти прокляття;
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|2 Pedro 2:15|
котрі, опустивши праву дорогу, заблудили, йдучи дорогою Валаама, сина Восорового, що полюбив неправедну нагороду,
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|2 Pedro 2:16|
тільки ж мав кару за своє беззаконне, бо підяремник нїмий, проговоривши чоловічим голосом, остановив нерозум пророка.
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|2 Pedro 2:17|
Се жерела безводні, хмари, хуртовиною гонимі, котрим чорна темрява на віки захована.
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|2 Pedro 2:18|
Промовляючи бо великими і марними словами, принаджують хотїннєм тїла та розпустою тих, що ледво утїкли від живучих в блудї,
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|2 Pedro 2:19|
обіцяючи їм волю, самі бувши слуги зотлїння; хто бо ким подужаний, того він і невольник.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva