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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Reina Valera (1909) -
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24
|1 Reis 7:24|
Y cercaban aquel mar por debajo de su labio en derredor unas bolas como calabazas, diez en cada codo, que ceñían el mar alrededor en dos órdenes, las cuales habían sido fundidas cuando él fué fundido.
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25
|1 Reis 7:25|
Y estaba asentado sobre doce bueyes: tres miraban al norte, y tres miraban al poniente, y tres miraban al mediodía, y tres miraban al oriente; sobre éstos se apoyaba el mar, y las traseras de ellos estaban hacia la parte de adentro.
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26
|1 Reis 7:26|
El grueso del mar era de un palmo, y su labio era labrado como el labio de un cáliz, ó de flor de lis: y cabían en él dos mil batos.
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27
|1 Reis 7:27|
Hizo también diez basas de bronce, siendo la longitud de cada basa de cuatro codos, y la anchura de cuatro codos, y de tres codos la altura.
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28
|1 Reis 7:28|
La obra de las basas era esta: tenían unas cintas, las cuales estaban entre molduras:
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29
|1 Reis 7:29|
Y sobre aquellas cintas que estaban entre las molduras, figuras de leones, y de bueyes, y de querubines; y sobre las molduras de la basa, así encima como debajo de los leones y de los bueyes, había unas añadiduras de bajo relieve.
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30
|1 Reis 7:30|
Cada basa tenía cuatro ruedas de bronce con mesas de bronce; y en sus cuatro esquinas había unos hombrillos, los cuales nacían de fundición á cada un lado de aquellas añadiduras, para estar debajo de la fuente.
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31
|1 Reis 7:31|
Y la boca del pie de la fuente entraba un codo en el remate que salía para arriba de la basa; y era su boca redonda, de la hechura del mismo remate, y éste de codo y medio. Había también sobre la boca entalladuras con sus cintas, las cuales eran cuadradas, no redondas.
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32
|1 Reis 7:32|
Las cuatro ruedas estaban debajo de las cintas, y los ejes de las ruedas nacían en la misma basa. La altura de cada rueda era de un codo y medio.
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33
|1 Reis 7:33|
Y la hechura de las ruedas era como la hechura de las ruedas de un carro: sus ejes, sus rayos, y sus cubos, y sus cinchos, todo era de fundición.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva