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Reina Valera (1909) -
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13
|Esdras 5:13|
Empero el primer año de Ciro rey de Babilonia, el mismo rey Ciro dió mandamiento para que esta casa de Dios fuese edificada.
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14
|Esdras 5:14|
Y también los vasos de oro y de plata de la casa de Dios, que Nabucodonosor había sacado del templo que estaba en Jerusalem, y los había metido en el templo de Babilonia, el rey Ciro los sacó del templo de Babilonia, y fueron entregados á Sesbassar, al cual había puesto por gobernador;
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15
|Esdras 5:15|
Y le dijo: Toma estos vasos, ve y ponlos en el templo que está en Jerusalem; y la casa de Dios sea edificada en su lugar.
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16
|Esdras 5:16|
Entonces este Sesbassar vino, y puso los fundamentos de la casa de Dios que estaba en Jerusalem, y desde entonces hasta ahora se edifica, y aun no está acabada.
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17
|Esdras 5:17|
Y ahora, si al rey parece bien, búsquese en la casa de los tesoros del rey que está allí en Babilonia, si es así que por el rey Ciro había sido dado mandamiento para edificar esta casa de Dios en Jerusalem, y envíenos á decir la voluntad del rey sobre esto.
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1
|Esdras 6:1|
ENTONCES el rey Darío dió mandamiento, y buscaron en la casa de los libros, donde guardaban los tesoros allí en Babilonia.
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2
|Esdras 6:2|
Y fué hallado en Achmetta, en el palacio que está en la provincia de Media, un libro, dentro del cual estaba escrito así: Memoria:
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3
|Esdras 6:3|
En el año primero del rey Ciro, el mismo rey Ciro dió mandamiento acerca de la casa de Dios que estaba en Jerusalem, que fuese la casa edificada para lugar en que sacrifiquen sacrificios, y que sus paredes fuesen cubiertas; su altura de sesenta codos, y de sesenta codos su anchura;
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4
|Esdras 6:4|
Los órdenes, tres de piedra de mármol, y un orden de madera nueva y que el gasto sea dado de la casa del rey.
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5
|Esdras 6:5|
Y también los vasos de oro y de plata de la casa de Dios, que Nabucodonosor sacó del templo que estaba en Jerusalem y los pasó á Babilonia, sean devueltos y vayan al templo que está en Jerusalem, á su lugar, y sean puestos en la casa de Dios.
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Sugestões

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12 de agosto LAB 590
TENTATIVAS
Jeremias 07-09
Gente que fica em cima do muro. Gente que nem é nem deixa de ser. Crente que não tem coragem de largar a igreja, mas também não tem a coragem de deixar de amar o mundo. Conhece pessoas assim? Você sabia que essas pessoas são as mais infelizes do mundo? Porque elas perdem os dois lados da moeda: a oportunidade de curtir os prazeres que o pecado oferece, numa curta e infernal vida, e também a oportunidade de viver eternamente com Deus.
O indivíduo que abre mão de todas as coisas que não são aprovadas pelos princípios bíblicos, apesar de gostar muito de tais coisas, mas por amar, integral e incondicionalmente a Jesus, será recompensado. Viverá eternamente com Deus, curtindo infinitos prazeres. Por outro lado, a pessoa que é honesta o suficiente para admitir a própria insanidade de que esse negócio de Deus e vida eterna não são com ela, perderá o Céu, mas ele viverá a vidinha curta dos prazeres doloridos deste mundo aqui.
Contudo, a pessoa que se engana não praticando as coisas erradas desse mundo, mas guardando-as no coração, é um tipo de pessoa muito tola. E o pior: você e eu corremos esse risco. É exatamente entre o povo de Deus que acontece a síndrome do povo do tempo de Jeremias. Aquele profeta presenciou, muito de perto, tal hipocrisia que acontecia na vida dos seus irmãos, conterrâneos, amigos, pastores, etc. A síndrome da inutilidade da falsa religião era desencadeada de um apego falso ao pensamento de que o templo poderia proteger do comportamento iníquo (Jeremias 7). “Igreja não salva ninguém” é um jargão que deve ser considerado. Só por ter nascido em uma família ortodoxa e ser cadastrado como um membro regular de uma igreja, você acha que será salvo? Ter cargos na igreja pode salvar alguém? Quem carrega consigo essas falsas convicções já está perdido.
O único que pode salvar é Aquele que entra em cenário em Jeremias 7-9. Ele faz de tudo para despertar o povo da sonolência mortífera quanto ao verdadeiro significado da vida religiosa. Deus é capaz de fazer de tudo o possível (e até muitas coisas impossíveis) para salvar-lhe. E nisso entra também a disciplina. O vale da matança (cáp. 7) pode ser ilustrado com uma caixa de batatas da qual você lança fora as podres a fim de ainda salvar as que estão boas. Os castigos do capítulo oito representam as atitudes de um pai que quer moldar o caráter de um filho, fazendo parte, também, do processo educacional. Escute-lhe o suspiro: “Vejam, sou eu que vou refiná-los e prová-los. Que mais posso eu fazer pelo meu povo?”
Valdeci Júnior
Fátima Silva