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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Reina Valera (1960) -
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13
|1 Samuel 2:13|
Y era costumbre de los sacerdotes con el pueblo, que cuando alguno ofrecía sacrificio, venía el criado del sacerdote mientras se cocía la carne, trayendo en su mano un garfio de tres dientes,
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14
|1 Samuel 2:14|
y lo metía en el perol, en la olla, en el caldero o en la marmita; y todo lo que sacaba el garfio, el sacerdote lo tomaba para sí. De esta manera hacían con todo israelita que venía a Silo.
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15
|1 Samuel 2:15|
Asimismo, antes de quemar la grosura, venía el criado del sacerdote, y decía al que sacrificaba: Da carne que asar para el sacerdote; porque no tomará de ti carne cocida, sino cruda.
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16
|1 Samuel 2:16|
Y si el hombre le respondía: Quemen la grosura primero, y después toma tanto como quieras; él respondía: No, sino dámela ahora mismo; de otra manera yo la tomaré por la fuerza.
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17
|1 Samuel 2:17|
Era, pues, muy grande delante de Jehová el pecado de los jóvenes; porque los hombres menospreciaban las ofrendas de Jehová.
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18
|1 Samuel 2:18|
Y el joven Samuel ministraba en la presencia de Jehová, vestido de un efod de lino.
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19
|1 Samuel 2:19|
Y le hacía su madre una túnica pequeña y se la traía cada año, cuando subía con su marido para ofrecer el sacrificio acostumbrado.
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20
|1 Samuel 2:20|
Y Elí bendijo a Elcana y a su mujer, diciendo: Jehová te dé hijos de esta mujer en lugar del que pidió a Jehová. Y se volvieron a su casa.
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21
|1 Samuel 2:21|
Y visitó Jehová a Ana, y ella concibió, y dio a luz tres hijos y dos hijas. Y el joven Samuel crecía delante de Jehová.
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22
|1 Samuel 2:22|
Pero Elí era muy viejo; y oía de todo lo que sus hijos hacían con todo Israel, y cómo dormían con las mujeres que velaban a la puerta del tabernáculo de reunión.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva