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Reina Valera (1960) -
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5
|Tito 2:5|
a ser prudentes, castas, cuidadosas de su casa, buenas, sujetas a sus maridos, para que la palabra de Dios no sea blasfemada.
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|Tito 2:6|
Exhorta asimismo a los jóvenes a que sean prudentes;
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7
|Tito 2:7|
presentándote tú en todo como ejemplo de buenas obras; en la enseñanza mostrando integridad, seriedad,
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8
|Tito 2:8|
palabra sana e irreprochable, de modo que el adversario se avergüence, y no tenga nada malo que decir de vosotros.
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9
|Tito 2:9|
Exhorta a los siervos a que se sujeten a sus amos, que agraden en todo, que no sean respondones;
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10
|Tito 2:10|
no defraudando, sino mostrándose fieles en todo, para que en todo adornen la doctrina de Dios nuestro Salvador.
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11
|Tito 2:11|
Porque la gracia de Dios se ha manifestado para salvación a todos los hombres,
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12
|Tito 2:12|
enseñándonos que, renunciando a la impiedad y a los deseos mundanos, vivamos en este siglo sobria, justa y piadosamente,
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13
|Tito 2:13|
aguardando la esperanza bienaventurada y la manifestación gloriosa de nuestro gran Dios y Salvador Jesucristo,
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14
|Tito 2:14|
quien se dio a sí mismo por nosotros para redimirnos de toda iniquidad y purificar para sí un pueblo propio, celoso de buenas obras.
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Sugestões

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03 de março LAB 428
JUSTIÇA SEJA FEITA
Deuteronômio 21-23
Aparício Lamounier Vilela, de Campo Belo, Minas Gerais, foi condenado e preso em 1927, acusado de ter matado seu próprio tio. Ele protestava, dizendo que era inocente, mas não era isso o que a Justiça apontava. Quatro anos depois, os bens de Aparício, em sacrifício financeiro de sua própria família, foram leiloados pela justiça para indenizar a família do assassinado. Como o acusado continuava alegando sua inocência e sua família o apoiasse, o sistema judiciário continuou sendo procurado para rever o caso, por muitos anos. Mais de duas décadas se passaram e a promotoria mantinha sua posição. Mas, em 1952, o fazendeiro Saturnino Vilela Filho resolve confessar sua responsabilidade pelo assassinato. A Justiça foi obrigada a reconhecer que estava errada.
Mas se era “justiça”, como poderia ser errada? Como um sistema que fez com que um homem inocente perdesse metade de sua vida no isolamento, separação, humilhação e vergonha, poderia ser chamado de “justiça”? Como reparar um erro tão grande?
A verdade é que o ser humano, por mais que tente ser justo, é muito falho. Assim como um educador passa muito trabalho com uma criança que é indisciplinada, na leitura de hoje, encontramos Deus em um grande empenho para ajudar Seus filhos a ter um pouco de disciplinas em suas leis. Leia Deuteronômio 21-23 em uma versão moderna da Bíblia, como a Nova Versão Internacional ou a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Você perceberá que um grande número, senão a maior parte daquelas regras ainda são aproveitáveis para nós, em pleno século XXI. Talvez não a regra exatamente no seu sentido restrito, mas o princípio que se aplica por trás dela.
Apesar do fato de que existe tanta maldade entre os seres humanos, Deus tem um profundo interesse em ajudar o homem a acertar na vida. Desde os tempos antigos, Ele age assim. Veja esse reflexo da leitura de hoje: “...o Senhor, o seu Deus, não atendeu a Balaão, e transformou a maldição em bênção para vocês, pois o Senhor, o seu Deus, os ama (Deuteronômio 23: 5).”
Isso é para você também. Deus quer que a justiça seja feita na sua vida. Portanto, leia a Bíblia, pois foi Seu próprio Autor quem disse que felizes são aqueles que têm fome e sede de justiça. E é na Palavra de Deus que nós a encontramos. O meu desejo é que, assim como era para acontecer naquele antigo Israel, que aconteça na sua vida também: que a justiça seja feita. E para que ela lhe seja boa, trilhe nos caminhos justos.
Faça o que é certo, porque é certo e deixe o resto com Deus!
Valdeci Júnior
Fátima Silva