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Sagradas Escrituras (1569) -
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19
|Ester 9:19|
Por tanto los judíos aldeanos que habitan en las villas sin muro, hacen a los catorce del mes de Adar el día de alegría y de banquete, y buen día, y de enviar porciones cada uno a su vecino.
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20
|Ester 9:20|
Y escribió Mardoqueo estas cosas, y envió cartas a todos los judíos que estaban en todas las provincias del rey Asuero, cercanos y distantes,
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21
|Ester 9:21|
Constituyéndoles que celebrasen el día décimocuarto del mes de Adar, y el decimoquinto del mismo, cada año,
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22
|Ester 9:22|
por aquellos días en que los judíos tuvieron reposo de sus enemigos, y el mes que se les fue tornado de tristeza en alegría, y de luto en día bueno; que los hiciesen días de banquete y de gozo, y de enviar porciones cada uno a su vecino, y dádivas a los pobres.
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23
|Ester 9:23|
Y los judíos aceptaron y comenzaron a hacer, lo que les escribió Mardoqueo.
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24
|Ester 9:24|
Porque Amán hijo de Hamedata, agageo, enemigo de los judíos, había ideado contra los judíos para destruirlos, y echó Pur, que quiere decir suerte, para consumirlos y echarlos a perder.
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25
|Ester 9:25|
Mas cuando ella vino a la presencia del rey, él ordenó por escrito: El perverso designio que aquél trazó contra los judíos, recaiga sobre su cabeza; y cuélguenlo a él y a sus hijos en la horca.
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26
|Ester 9:26|
Por esto llamaron a estos días Purim, del nombre Pur. Por todas las palabras pues de esta carta, y por lo que ellos vieron sobre esto, y lo que llegó a su noticia,
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27
|Ester 9:27|
establecieron y tomaron los judíos sobre sí, y sobre su simiente, y sobre todos los allegados a ellos, y no será traspasado, el celebrar estos dos días según está escrito en orden a ellos, y conforme a su tiempo cada año;
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28
|Ester 9:28|
y que estos dos días serían en memoria, y celebrados en todas las naciones, y familias, y provincias, y ciudades. Estos días de Purim no pasarán de entre los judíos, y la memoria de ellos no cesará de su simiente.
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva