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Synodal Translation (1876) -
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16
|Neemias 13:16|
И Тиряне жили в Иудее и привозили рыбу и всякий товар и продавали в субботу жителям Иудеи и в Иерусалиме.
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17
|Neemias 13:17|
И я сделал выговор знатнейшим из Иудеев и сказал им: зачем вы делаете такое зло и оскверняете день субботний?
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18
|Neemias 13:18|
Не так ли поступали отцы ваши, и за то Бог наш навел на нас и на город сей все это бедствие? А вы увеличиваете гнев Его на Израиля, оскверняя субботу.
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19
|Neemias 13:19|
После сего, когда смеркалось у ворот Иерусалимских, перед субботою, я велел запирать двери и сказал, чтобы не отпирали их до утра после субботы. И слуг моих я ставил у ворот, чтобы никакая ноша не проходила в деньсубботний.
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20
|Neemias 13:20|
И ночевали торговцы и продавцы всякого товара вне Иерусалима раз и два.
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21
|Neemias 13:21|
Но я строго выговорил им и сказал им: зачем вы ночуете возле стены? Если сделаете это в другой раз, я наложу руку на вас. С того времени они не приходили в субботу.
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22
|Neemias 13:22|
И сказал я левитам, чтобы они очистились и пришли содержать стражу у ворот, дабы святить день субботний. И за сие помяни меня, Боже мой, и пощади меня по великой милости Твоей!
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23
|Neemias 13:23|
Еще в те дни я видел Иудеев, которые взяли себе жен из Азотянок,Аммонитянок и Моавитянок;
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24
|Neemias 13:24|
и от того сыновья их в половину говорят по-азотски, или языком других народов, и не умеют говорить по-иудейски.
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25
|Neemias 13:25|
Я сделал за это выговор и проклинал их, и некоторых из мужей бил, рвал у них волоса и заклинал их Богом, чтобы они не отдавали дочерей своих за сыновей их и не брали дочерей их за сыновей своих и за себя.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva