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Smith & Van Dyke -
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|Daniel 11:31|
وتقوم منه اذرع وتنجس المقدس الحصين وتنزع المحرقة الدائمة وتجعل الرجس المخرب.
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|Daniel 11:32|
والمتعدون على العهد يغويهم بالتملقات اما الشعب الذين يعرفون الههم فيقوون ويعملون.
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|Daniel 11:33|
والفاهمون من الشعب يعلّمون كثيرين. ويعثرون بالسيف وباللهيب وبالسبي وبالنهب اياما.
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|Daniel 11:34|
فاذا عثروا يعانون عونا قليلا ويتصل بهم كثيرون بالتملقات.
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|Daniel 11:35|
وبعض الفاهمين يعثرون امتحانا لهم للتطهير وللتبييض الى وقت النهاية. لانه بعد الى الميعاد.
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|Daniel 11:36|
ويفعل الملك كارادته ويرتفع ويتعظم على كل اله ويتكلم بامور عجيبة على اله الآلهة وينجح الى اتمام الغضب لان المقضي به يجرى.
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|Daniel 11:37|
ولا يبالي بآلهة آبائه ولا بشهوة النساء وبكل اله لا يبالي لانه يتعظم على الكل.
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|Daniel 11:38|
ويكرم اله الحصون في مكانه والها لم تعرفه آباؤه يكرمه بالذهب والفضة وبالحجارة الكريمة والنفائس.
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|Daniel 11:39|
ويفعل في الحصون الحصينة باله غريب. من يعرفه يزيده مجدا ويسلطهم على كثيرين ويقسم الارض اجرة
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|Daniel 11:40|
ففي وقت النهاية يحاربه ملك الجنوب فيثور عليه ملك الشمال بمركبات وبفرسان وبسفن كثيرة ويدخل الاراضي ويجرف ويطمو.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva