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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Smith & Van Dyke -
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11
|Gênesis 36:11|
وكان بنو أليفاز تيمان واومار وصفوا وجعثام وقناز.
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12
|Gênesis 36:12|
وكانت تمناع سرية لاليفاز بن عيسو فولدت لاليفاز عماليق. هؤلاء بنو عدا امرأة عيسو.
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13
|Gênesis 36:13|
وهؤلاء بنو رعوئيل. نحث وزارح وشمّة ومزّة. هؤلاء كانوا بني بسمة امرأة عيسو.
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14
|Gênesis 36:14|
وهؤلاء كانوا بني أهوليبامة بنت عنى بنت صبعون امرأة عيسو. ولدت لعيسو يعوش ويعلام وقورح
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15
|Gênesis 36:15|
هؤلاء امراء بني عيسو. بنو اليفاز بكر عيسو امير تيمان وامير اومار وامير صفو وامير قناز
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16
|Gênesis 36:16|
وامير قورح وامير جعثام وامير عماليق. هؤلاء امراء أليفاز في ارض ادوم. هؤلاء بنو عدا.
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17
|Gênesis 36:17|
وهؤلاء بنو رعوئيل بن عيسو. امير نحث وامير زارح وامير شمّة وامير مزّة. هؤلاء امراء رعوئيل في ارض ادوم. هؤلاء بنو بسمة امرأة عيسو.
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18
|Gênesis 36:18|
وهؤلاء بنو أهوليبامة امرأة عيسو. امير يعوش وامير يعلام وامير قورح. هؤلاء امراء أهوليبامة بنت عنى امرأة عيسو.
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19
|Gênesis 36:19|
هؤلاء بنو عيسو الذي هو ادوم وهؤلاء امراؤهم
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20
|Gênesis 36:20|
هؤلاء بنو سعير الحوريّ سكان الارض. لوطان وشوبان وصبعون وعنى
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva