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Dansk Bibel -
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|Ester 1:1|
I Ahasverus's Dage - den Ahasverus, der herskede over Landene fra Indien til Ætiopien, 127 Lande -
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|Ester 1:2|
i hine Dage, da Kong Ahasverus sad på sin Kongetrone i Borgen Susan, tildrog der sig følgende.
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|Ester 1:3|
I sit tredje Regeringsår gjorde han et Gæstebud for alle sine Fyrster og sine Folk; Persiens og Mediens ypperste Hærførere og Landsdelenes Fyrster var hans Gæster,"
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|Ester 1:4|
og han udfoldede sin kongelige Herligheds Rigdom og sin Magts Glans og Pragt for dem i mange Dage, 180 Dage.
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|Ester 1:5|
Og da disse Dage var omme, gjorde Kongen for hele Folket i Borgen Susan, fra den højeste til den laveste, et syv Dages Gæstebud på den åbne Plads foran Parken ved Kongeborgen.
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|Ester 1:6|
Hvidt Linned og violet Purpur var med Snore af fint Linned og rødt Purpur hængt op på Sølvstænger og Marmorsøjler, og Guld- og Sølvdivaner stod på et Gulv, der var indlagt med broget og hvidt Marmor, Perlemor og sorte Sten.
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|Ester 1:7|
Drikkene skænkedes i Guldbægre, alle forskellige, og der var kongelig Vin i store Måder på ægte Fyrstevis;"
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|Ester 1:8|
og ved Drikkelaget gjaldt den Regel, at man ikke nødte nogen; thi Kongen havde pålagt alle sine Hovmestre at lade enhver om, hvor meget han vilde have."
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|Ester 1:9|
Også Dronning Vasjti gjorde et Gæstebud for Kvinderne i Kong Ahasverus's Kongeborg.
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|Ester 1:10|
Da Kongen den syvende Dag var oprømt af Vinen, bød han Mehuman, Bizta, Harbona, Bigta, Abagta, Zetar og Karkas, de syv Hofmænd, som stod i Kong Ahasverus's Tjeneste,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva