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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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|Lucas 23:9|
Og han gjorde ham mange Spørgsmål; men han svarede ham intet."
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|Lucas 23:10|
Men Ypperstepræsterne og de skriftkloge stode og anklagede ham heftigt.
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11
|Lucas 23:11|
Men da Herodes med sine Krigsfolk havde hånet og spottet ham, kastede han et prægtigt Klædebon om ham og sendte ham til Pilatus igen.
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|Lucas 23:12|
På den Dag bleve Herodes og Pilatus Venner med hinanden; thi de vare før i Fjendskab med hinanden."
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13
|Lucas 23:13|
Men Pilatus sammenkaldte Ypperstepræsterne og Rådsherrerne og Folket
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14
|Lucas 23:14|
og sagde til dem: "I have ført dette Menneske til mig som en, der forfører Folket til Frafald; og se. jeg har forhørt ham i eders Påhør og har ingen Skyld fundet hos dette Menneske i det, som I anklage ham for,"
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|Lucas 23:15|
og Herodes ikke heller, thi han sendte ham tilbage fil os; og se, han har intet gjort som han er skyldig at dø for."
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|Lucas 23:16|
Derfor vil jeg revse ham og lade ham løs."
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|Lucas 23:17|
(Men han var nødt til at løslade dem een på Højtiden.)
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|Lucas 23:18|
Men de råbte alle sammen og sagde: "Bort med ham, men løslad os Barabbas!"
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva