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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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36
|Lucas 18:36|
Og da han hørte en Skare gå forbi, spurgte han, hvad dette var.
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37
|Lucas 18:37|
Men de fortalte ham, at Jesus af Nazareth kom forbi.
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38
|Lucas 18:38|
Og han råbte og sagde:"Jesus, du Davids Søn,forbarm dig over mig!"
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39
|Lucas 18:39|
Og de, som gik foran, truede ham, for at han skulde tie; men han råbte meget stærkere: "Du Davids Søn, forbarm dig over mig!"
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40
|Lucas 18:40|
Og Jesus stod stille og bød, at han skulde føres til ham; men da han kom nær til ham, spurgte han ham og sagde:"
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41
|Lucas 18:41|
Hvad vil du, at jeg skal gøre for dig? Men han sagde: "Herre! at jeg må blive seende."
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42
|Lucas 18:42|
Og Jesus sagde til ham: "Bliv seende! din Tro har frelst dig."
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43
|Lucas 18:43|
Og straks blev han seende, og han fulgte ham og priste Gud; og hele Folket lovpriste Gud, da de så det."
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1
|Lucas 19:1|
Og han kom ind i Jeriko og drog derigennem.
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2
|Lucas 19:2|
Og se, der var en Mand, som hed Zakæus; han var Overtolder, og han var rig."
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva