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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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25
|Lucas 20:25|
Men han sagde til dem: "Så giver da Kejseren, hvad Kejserens er, og Gud, hvad Guds er."
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26
|Lucas 20:26|
Og de kunde ikke fange ham i Ord i Folkets Påhør, og de forundrede sig over hans Svar og tav.
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27
|Lucas 20:27|
Men nogle af Saddukæerne, som nægte, at der er Opstandelse, kom til ham og spurgte ham og sagde:
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28
|Lucas 20:28|
Mester! Moses har foreskrevet os: Dersom en har en Broder, som er gift, og denne dør barnløs, da skal hans Broder tage Hustruen og oprejse sin Broder Afkom.
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29
|Lucas 20:29|
Nu var der syv Brødre; og den første tog en Hustru og døde barnløs."
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30
|Lucas 20:30|
Ligeså den anden.
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31
|Lucas 20:31|
Og den tredje tog hende, og således også alle syv; de døde uden at efterlade Børn."
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32
|Lucas 20:32|
Men til sidst døde også Hustruen.
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33
|Lucas 20:33|
Hvem af dem får hende så til Hustru i Opstandelsen? thi de have alle syv haft hende til Hustru."
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34
|Lucas 20:34|
Og Jesus sagde til dem: "Denne Verdens Børn tage til Ægte og bortgiftes;"
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva