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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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45
|Gênesis 41:45|
En Farao noemde Jozefs naam Zafnath Paaneah, en gaf hem Asnath, de dochter van Potifera, overste van On, tot een vrouw; en Jozef toog uit door het land van Egypte.
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46
|Gênesis 41:46|
Jozef nu was dertig jaren oud, als hij stond voor het aangezicht van Farao, koning van Egypte; en Jozef ging uit van Farao's aangezicht, en hij toog door gans Egypteland.
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47
|Gênesis 41:47|
En het land bracht voort, in de zeven jaren des overvloeds, bij handvollen.
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48
|Gênesis 41:48|
En hij vergaderde alle spijze der zeven jaren, die in Egypteland was, en deed de spijze in de steden; de spijze van het veld van elke stad, hetwelk rondom haar was, deed hij daarbinnen.
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49
|Gênesis 41:49|
Alzo bracht Jozef zeer veel koren bijeen, als het zand der zee, totdat men ophield te tellen: want daarvan was geen getal.
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50
|Gênesis 41:50|
En Jozef werden twee zonen geboren, eer er een jaar des hongers aankwam, die Asnath, de dochter van Potifera, overste van On, hem baarde.
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51
|Gênesis 41:51|
En Jozef noemde den naam des eerstgeborenen Manasse; want, zeide hij, God heeft mij doen vergeten al mijn moeite, en het ganse huis mijns vaders.
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52
|Gênesis 41:52|
En den naam des tweeden noemde hij Efraim; want, zeide hij, God heeft mij doen wassen in het land mijner verdrukking.
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53
|Gênesis 41:53|
Toen eindigden de zeven jaren des overvloeds, die in Egypte geweest was.
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54
|Gênesis 41:54|
En de zeven jaren des hongers begonnen aan te komen, gelijk als Jozef gezegd had. En er was honger in al de landen; maar in gans Egypteland was brood.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva