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Dutch Staten Vertaling -
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|Esdras 1:1|
In het eerste jaar nu van Kores, koning van Perzie, opdat volbracht wierd het woord des HEEREN, uit den mond van Jeremia, verwekte de HEERE den geest van Kores, koning van Perzie, dat hij een stem liet doorgaan door zijn ganse koninkrijk, zelfs ook in geschrift, zeggende:
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|Esdras 1:2|
Zo zegt Kores, koning van Perzie: De HEERE, de God des hemels, heeft mij alle koninkrijken der aarde gegeven; en Hij heeft mij bevolen Hem een huis te bouwen te Jeruzalem, hetwelk in Juda is.
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3
|Esdras 1:3|
Wie is onder ulieden van al Zijn volk? Zijn God zij met hem, en hij trekke op naar Jeruzalem, dat in Juda is, en hij bouwe het huis des HEEREN, des Gods van Israel; Hij is de God, Die te Jeruzalem woont.
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4
|Esdras 1:4|
En al wie achterblijven zou in enige plaatsen, waar hij als vreemdeling verkeert, dien zullen de lieden zijner plaats bevorderlijk zijn met zilver, en met goud, en met have, en met beesten; benevens een vrijwillige gave, voor het huis Gods, Die te Jeruzalem woont.
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5
|Esdras 1:5|
Toen maakten zich op de hoofden der vaderen van Juda en Benjamin, en de priesteren en de Levieten, benevens een iegelijk, wiens geest God verwekte, dat zij optrokken om te bouwen het huis des HEEREN, die te Jeruzalem woont.
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6
|Esdras 1:6|
Allen nu, die rondom hen waren, sterkten hunlieder handen met zilveren vaten, met goud, met have, en met beesten, en met kostelijkheden; behalve alles, wat vrijwillig gegeven werd.
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7
|Esdras 1:7|
Ook bracht de koning Kores uit, de vaten van het huis des HEEREN, die Nebukadnezar uit Jeruzalem had uitgevoerd, en had gesteld in het huis zijns gods.
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8
|Esdras 1:8|
En Kores, de koning van Perzie, bracht ze uit door de hand van Mithredath, den schatmeester, die ze aan Sesbazar, den vorst van Juda, toetelde.
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9
|Esdras 1:9|
En dit is hun getal: dertig gouden bekkens, duizend zilveren bekkens, negen en twintig messen;
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10
|Esdras 1:10|
Dertig gouden bekers, vierhonderd en tien andere zilveren bekers; andere vaten, duizend.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva