-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Dutch Staten Vertaling -
-
30
|João 19:30|
Toen Jezus dan den edik genomen had, zeide Hij: Het is volbracht! En het hoofd buigende, gaf den geest.
-
31
|João 19:31|
De Joden dan, opdat de lichamen niet aan het kruis zouden blijven op den sabbat, dewijl het de voorbereiding was (want die dag des sabbats was groot), baden Pilatus, dat hun benen zouden gebroken, en zij weggenomen worden.
-
32
|João 19:32|
De krijgsknechten dan kwamen, en braken wel de benen des eersten, en des anderen, die met Hem gekruist was;
-
33
|João 19:33|
Maar komende tot Jezus, als zij zagen, dat Hij nu gestorven was, zo braken zij Zijn benen niet.
-
34
|João 19:34|
Maar een der krijgsknechten doorstak Zijn zijde met een speer, en terstond kwam er bloed en water uit.
-
35
|João 19:35|
En die het gezien heeft, die heeft het getuigd, en zijn getuigenis is waarachtig; en hij weet, dat hij zegt, hetgeen waar is, opdat ook gij geloven moogt.
-
36
|João 19:36|
Want deze dingen zijn geschied, opdat de Schrift vervuld worde: Geen been van Hem zal verbroken worden.
-
37
|João 19:37|
En wederom zegt een andere Schrift: Zij zullen zien, in Welken zij gestoken hebben.
-
38
|João 19:38|
En daarna Jozef van Arimathea (die een discipel van Jezus was, maar bedekt om de vreze der Joden), bad Pilatus, dat hij mocht het lichaam van Jezus wegnemen; en Pilatus liet het toe. Hij dan ging en nam het lichaam van Jezus weg.
-
39
|João 19:39|
En Nicodemus kwam ook (die des nachts tot Jezus eerst gekomen was), brengende een mengsel van mirre en aloe; omtrent honderd ponden gewichts.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva