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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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8
|Josué 13:8|
Met denwelken de Rubenieten en Gadieten hun erfenis ontvangen hebben; dewelke Mozes hunlieden gaf aan gene zijde van de Jordaan tegen het oosten, gelijk als Mozes, de knecht des HEEREN, hun gegeven had:
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9
|Josué 13:9|
Van Aroer aan, die aan den oever der beek Arnon is, en de stad, die in het midden der beek is, en al het vlakke land van Medeba tot Dibon toe;
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10
|Josué 13:10|
En al de steden van Sihon, de koning der Amorieten, die te Hesbon geregeerd heeft, tot aan de landpale der kinderen Ammons;
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11
|Josué 13:11|
En Gilead, en de landpale der Gezurieten, en der Maachathieten, en den gansen berg Hermon, en gans Bazan, tot Salcha toe;
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12
|Josué 13:12|
Het ganse koninkrijk van Og, in Bazan, die geregeerd heeft te Astharoth, en te Edrei; deze is overig gebleven uit het overblijfsel der reuzen, dewelke Mozes heeft verslagen, en heeft ze verdreven.
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13
|Josué 13:13|
Doch de kinderen Israels verdreven de Gezurieten en de Maachathieten niet; maar Gezur en Maachath woonden in het midden van Israel tot op dezen dag.
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14
|Josué 13:14|
Alleenlijk gaf hij den stam Levi geen erfenis. De vuurofferen Gods, des HEEREN van Israel, zijn zijne erfenis, gelijk als Hij tot hem gesproken had.
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15
|Josué 13:15|
Alzo gaf Mozes aan den stam der kinderen van Ruben, naar hun huisgezinnen,
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|Josué 13:16|
Dat hun landpale was van Aroer af, dat aan den oever der beek Arnon is, en de stad, die in het midden der beek is, en al het vlakke land tot Medeba toe:
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17
|Josué 13:17|
Hesbon en al haar steden, die in het vlakke land zijn, Dibon, en Bamoth-Baal, en Beth-Baal-meon,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva