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Español Moderno -
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|Daniel 4:21|
cuyo follaje era hermoso y su fruto abundante, de modo que en él había sustento para todos; debajo del cual habitaban los animales del campo y en cuyas ramas las aves del cielo tenían su morada)
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|Daniel 4:22|
eres tú mismo, oh rey, que has crecido y te has hecho fuerte. Tu grandeza ha crecido y ha llegado hasta el cielo, y tu dominio hasta los confines de la tierra.
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|Daniel 4:23|
En cuanto a lo que vio el rey (un vigilante, uno santo, que descendía del cielo y decía: "¡Derribad el árbol y destruidlo; pero dejad el tronco de sus raíces en la tierra, con atadura de hierro y de bronce, entre el pasto del campo. Que él sea mojado con el rocío del cielo y que con los animales del campo tenga su parte, hasta que pasen sobre él siete tiempos"),
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|Daniel 4:24|
ésta es, oh rey, la interpretación: Es un decreto del Altísimo que ha caído sobre mi señor el rey.
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|Daniel 4:25|
A ti te echarán de entre los hombres, y junto con los animales del campo estará tu morada. Te darán de comer hierba, como a los bueyes, y serás mojado con el rocío del cielo. Siete tiempos pasarán sobre ti, hasta que reconozcas que el Altísimo es Señor del reino de los hombres y que lo da a quien quiere.
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|Daniel 4:26|
Y lo que dijeron, que dejasen en la tierra el tronco de las raíces del árbol, significa que tu reino continuará firme después que tú reconozcas que el señorío es de los cielos.
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|Daniel 4:27|
Por tanto, oh rey, que te sea grato mi consejo, y rompe con tus pecados mediante la práctica de la justicia, y con tus iniquidades mediante obras de misericordia para con los pobres. Tal vez esto resulte en la prolongación de tu tranquilidad.
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|Daniel 4:28|
Todo aquello le sobrevino al rey Nabucodonosor.
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|Daniel 4:29|
Al final de doce meses, mientras se paseaba sobre la terraza del palacio real de Babilonia,
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|Daniel 4:30|
dijo el rey: "¿No es ésta la gran Babilonia que yo edifiqué como residencia real, con la fuerza de mi poder y para la gloria de mi majestad?"
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Sugestões

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20 de março LAB 445
CONVENIENTEMENTE INCORRETO
Juízes 17-19
Existe uma lenda que ilustra muito bem o contexto e a “moral da história” da leitura de hoje.
Conta-se que, certa vez, havia um homem que queria muito comprar uma determinada mansão. Então, o Diabo, aproveitando-se da sua obsessão, propôs-se a ajudá-lo:
- Mas há uma única condição - disse-lhe o demônio.
- Qual condição? - perguntou o homem, desconfiado.
- Está vendo aquele prego fincado na parede da sala de jantar?
- Sim!
- Eu ajudo você a comprar esta mansão. Ela verdadeiramente será sua, mas aquele prego será meu. Você nunca poderá arrancá-lo de lá.
- Só isso?
- Só isso - confirmou o Diabo.
O homem aceitou a proposta. Anos depois, ele ofereceu um gigantesco banquete na sua mansão. As pessoas mais importantes de toda aquela região foram convidadas e confirmaram presença.
Aquele seria um jantar inesquecível, mas, no meio da festa, quando as pessoas iam começar a comer, o Diabo entrou na sala carregando uma carniça fedorenta e a pendurou naquele prego, assustando e acabando com o apetite de todos.
O dono da mansão tentou argumentar, mas o Diabo lhe disse:
- Lembre-se do nosso trato: aquele prego é meu! E eu vou usá-lo como bem entender.
E é assim que acontece se deixarmos o mal dominar qualquer área da nossa vida. Por menor que seja, ele infernizará toda a nossa existência. Se você acha que isso não é bíblico, leia Juízes 17-19. Mica deu uma pequena abertura para o mal, fazendo algo que lhe era mais conveniente do que certo. A história corre e desemboca-se na desgraça do que aconteceu a todo o Israel, em decorrência do ocorrido com o levita e a sua concubina. Esse desgraçante desfecho está na leitura de amanhã, que é o capítulo vinte. Mas amanhã também continuaremos questionando sobre a tênue linha que existe entre o conveniente e o correto.
Por hoje, fica para você a reflexão: o que lhe tem sido gostoso, conveniente, “bom”, aprazível, afetivo, etc., que tem sido um verdadeiro prego no sapato da sua vida cristã? Você acha que compensa continuar agarrado a isso? Lembre-se que é muito melhor o pouco e o simples com Deus que o muito sem ele. Afinal, o primeiro estado traz felicidade, mas este último gera consequências muito dolorosas. O que a princípio é conveniente, se não for regido pelos corretos princípios, amanhã será, principalmente, inconveniente.
É como aquele ditado que diz que “quem ri por último ri melhor”. É melhor você abrir mão do pecado hoje, por mais atrativo que lhe pareça, que Deus abrir mão de você amanhã, por mais que tenha lhe amado.
Pense nisso!
Valdeci Júnior
Fátima Silva