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Nueva Versión Internacional -
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|Rute 3:16|
Cuando Rut llegó adonde estaba su suegra, esta le preguntó: ―¿Cómo te fue, hija mía? Rut le contó todo lo que aquel hombre había hecho por ella,
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|Rute 3:17|
y añadió: ―Me dio estos veinte kilos de cebada, y me dijo: “No debes volver a tu suegra con las manos vacías”.
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|Rute 3:18|
Entonces Noemí le dijo: ―Espérate, hija mía, a ver qué sucede, porque este hombre no va a descansar hasta dejar resuelto este asunto hoy mismo.
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|Rute 4:1|
Booz, por su parte, subió hasta la puerta de la ciudad y se sentó allí. En eso pasó el pariente redentor que él había mencionado. ―Ven acá, amigo mío, y siéntate —le dijo Booz. El hombre fue y se sentó.
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|Rute 4:2|
Entonces Booz llamó a diez de los ancianos de la ciudad, y les dijo: ―Siéntense aquí. Y ellos se sentaron.
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|Rute 4:3|
Booz le dijo al pariente redentor: ―Noemí, que ha regresado de la tierra de Moab, está vendiendo el terreno que perteneció a nuestro hermano Elimélec.
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|Rute 4:4|
Consideré que debía informarte del asunto y sugerirte que lo compres en presencia de estos testigos y de los ancianos de mi pueblo. Si vas a redimir el terreno, hazlo. Pero, si no vas 10 a redimirlo, házmelo saber, para que yo lo sepa. Porque ningún otro tiene el derecho de redimirlo sino tú y, después de ti, yo tengo ese derecho. ―Yo lo redimo —le contestó.
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|Rute 4:5|
Pero Booz le aclaró: ―El día que adquieras el terreno de Noemí, adquieres también a Rut la moabita, viuda del difunto, 11 a fin de conservar su nombre junto con su heredad.
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|Rute 4:6|
―Entonces no puedo redimirlo —respondió el pariente redentor—, porque podría perjudicar mi propia herencia. Redímelo tú; te cedo mi derecho. Yo no puedo ejercerlo.
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|Rute 4:7|
En aquellos tiempos, para ratificar la redención o el traspaso de una propiedad en Israel, una de las partes contratantes se quitaba la sandalia y se la daba a la otra. Así se acostumbraba legalizar los contratos en Israel.
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Sugestões

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10 de outubro LAB 649
FALANDO EM FOFOCA...
Mateus 17-20
A maioria dos fuxiqueiros são inconscientes ou não-assumidos. Da leitura de hoje, quero destacar Mateus 18:15-17. “Se o teu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas. Se ele recusar ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano”. Todos os cristãos deveriam conhecer esta regrinha básica dos relacionamentos. O pior é que muitos conhecem, mas dela se esquecem. Logo, cada um de nós deveria sempre fazer-se relembrar da mesma.
Você conhece alguém que diga mais ou menos assim?
- Não quero falar mal de fulano. Eu não fico falando por aí. Mas, só comentando com você...
Então narra um fato. E, em seguida:
- O que eu acho... Não, eu tenho certeza que o motivo é...
Já presenciou isso? O incrível, é que uma pessoa que se comporta assim, geralmente é alguém tido, por muitos, como pessoa de confiança, e ela mesma não julga-se fofoqueira. Mas é exatamente este tipo de mexeriqueiro que você mais deve temer. Se ele teve a coragem de falar o outro para você, com certeza, terá coragem de falar de você para os outros. Aliás, terá a covardia, porque tais atitudes são covardes. Quer a prova?
Se, quando essa pessoa, começar este tipo de comentários, você interrompê-la e disser:
- Amigo, antes que você me conte, quero perguntar-lhe: você já conversou sobre tudo isto com esta pessoa? Conseguiu resolver a parada com ela? Pôde ajudar-lhe? Ela autorizou-lhe a contar isto para mim?
Se esta pessoa for um fuxiqueiro crônico, vai sentir-se ofendida. Se for alguém vítima do hábito de fofocar, mas, ao mesmo tempo, sincera, vai cair em si. Porque o conselho bíblico está ligado à nossa índole moral, o que, mais popularmente, é conhecido como brio na cara. É por isto que alguns, nesta situação, ficam até vermelhos.
Manter a bandeira da nobreza em dizer apenas o que é preciso, quando preciso, a quem é preciso, não é fácil. Já fui abordado por fofoqueiros inconscientes ou não-assumidos muitas vezes. Algumas delas, pessoas muito queridas, próximas, amadas. Também já coloquei o exercício acima em prática, em muitas destas situações. Ganhei alguns, perdi outros, que até se diziam meus parentes, mas preferiram abraçar o gosto acariciado pela desonestidade no modo como lidar com as informações alheias. Eu prefiro ficar com a Bíblia.
Pratique estes exercícios, com a Bíblia e os diálogos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva