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Young's Literal Translation -
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11
|1 Tessalonicenses 2:11|
even as ye have known, how each one of you, as a father his own children, we are exhorting you, and comforting, and testifying,
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12
|1 Tessalonicenses 2:12|
for your walking worthily of God, who is calling you to His own reign and glory.
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13
|1 Tessalonicenses 2:13|
Because of this also, we -- we do give thanks to God continually, that, having received the word of hearing from us of God, ye accepted, not the word of man, but as it is truly, the word of God, who also doth work in you who believe;
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14
|1 Tessalonicenses 2:14|
for ye became imitators, brethren, of the assemblies of God that are in Judea in Christ Jesus, because such things ye suffered, even ye, from your own countrymen, as also they from the Jews,
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15
|1 Tessalonicenses 2:15|
who did both put to death the Lord Jesus and their own prophets, and did persecute us, and God they are not pleasing, and to all men [are] contrary,
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16
|1 Tessalonicenses 2:16|
forbidding us to speak to the nations that they might be saved, to fill up their sins always, but the anger did come upon them -- to the end!
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17
|1 Tessalonicenses 2:17|
And we, brethren, having been taken from you for the space of an hour -- in presence, not in heart -- did hasten the more abundantly to see your face in much desire,
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18
|1 Tessalonicenses 2:18|
wherefore we wished to come unto you, (I indeed Paul,) both once and again, and the Adversary did hinder us;
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19
|1 Tessalonicenses 2:19|
for what [is] our hope, or joy, or crown of rejoicing? are not even ye before our Lord Jesus Christ in his presence?
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20
|1 Tessalonicenses 2:20|
for ye are our glory and joy.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva