-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Young's Literal Translation -
-
2
|2 Coríntios 4:2|
but did renounce for ourselves the hidden things of shame, not walking in craftiness, nor deceitfully using the word of God, but by the manifestation of the truth recommending ourselves unto every conscience of men, before God;
-
3
|2 Coríntios 4:3|
and if also our good news is vailed, in those perishing it is vailed,
-
4
|2 Coríntios 4:4|
in whom the god of this age did blind the minds of the unbelieving, that there doth not shine forth to them the enlightening of the good news of the glory of the Christ, who is the image of God;
-
5
|2 Coríntios 4:5|
for not ourselves do we preach, but Christ Jesus -- Lord, and ourselves your servants because of Jesus;
-
6
|2 Coríntios 4:6|
because [it is] God who said, Out of darkness light [is] to shine, who did shine in our hearts, for the enlightening of the knowledge of the glory of God in the face of Jesus Christ.
-
7
|2 Coríntios 4:7|
And we have this treasure in earthen vessels, that the excellency of the power may be of God, and not of us;
-
8
|2 Coríntios 4:8|
on every side being in tribulation, but not straitened; perplexed, but not in despair;
-
9
|2 Coríntios 4:9|
persecuted, but not forsaken; cast down, but not destroyed;
-
10
|2 Coríntios 4:10|
at all times the dying of the Lord Jesus bearing about in the body, that the life also of Jesus in our body may be manifested,
-
11
|2 Coríntios 4:11|
for always are we who are living delivered up to death because of Jesus, that the life also of Jesus may be manifested in our dying flesh,
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva