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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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15
|Atos 28:15|
and thence, the brethren having heard the things concerning us, came forth to meet us, unto Appii Forum, and Three Taverns -- whom Paul having seen, having given thanks to God, took courage.
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16
|Atos 28:16|
And when we came to Rome, the centurion delivered up the prisoners to the captain of the barrack, but Paul was suffered to remain by himself, with the soldier guarding him.
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17
|Atos 28:17|
And it came to pass after three days, Paul called together those who are the principal men of the Jews, and they having come together, he said unto them: `Men, brethren, I -- having done nothing contrary to the people, or to the customs of the fathers -- a prisoner from Jerusalem, was delivered up to the hands of the Romans;
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18
|Atos 28:18|
who, having examined me, were wishing to release [me], because of their being no cause of death in me,
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19
|Atos 28:19|
and the Jews having spoken against [it], I was constrained to appeal unto Caesar -- not as having anything to accuse my nation of;
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20
|Atos 28:20|
for this cause, therefore, I called for you to see and to speak with [you], for because of the hope of Israel with this chain I am bound.`
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|Atos 28:21|
And they said unto him, `We did neither receive letters concerning thee from Judea, nor did any one who came of the brethren declare or speak any evil concerning thee,
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|Atos 28:22|
and we think it good from thee to hear what thou dost think, for, indeed, concerning this sect it is known to us that everywhere it is spoken against;`
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|Atos 28:23|
and having appointed him a day, they came, more of them unto him, to the lodging, to whom he was expounding, testifying fully the reign of God, persuading them also of the things concerning Jesus, both from the law of Moses, and the prophets, from morning till evening,
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24
|Atos 28:24|
and, some, indeed, were believing the things spoken, and some were not believing.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva