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Biblia de Jerusalén (1976) -
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19
|Ester 9:19|
Por eso, los judíos diseminados en las ciudades no fortificadas celebran el día catorce del mes de Adar con alegres festines, como día de fiesta, y se envían recíprocos regalos,
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|Ester 9:20|
Mardoqueo consignó por escrito todas estas cosas y envió cartas a los judíos de todas las provincias del rey Asuero tanto lejanos como próximos,
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|Ester 9:21|
ordenándoles que celebraran todos los años el día catorce y el día quince del mes de Adar,
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|Ester 9:22|
porque en tales días obtuvieron los judíos paz contra sus enemigos, y en este mes la aflicción se trocó en alegría y el llanto en festividad; que los convirtieran en días de alegres festines y mutuos regalos, y de donaciones a los pobres.
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23
|Ester 9:23|
Los judíos adoptaron esta costumbre, que ya habían comenzado a observar y acerca de la cual les escribió Mardoqueo:
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|Ester 9:24|
«Amán, hijo de Hamdatá, de Agag, enemigo de todos los judíos, había proyectado exterminar a los judíos y echó el “Pur”, es decir, la suerte, para su ruina y exterminio.
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|Ester 9:25|
Pero cuando se presentó al rey, para hacer ahorcar a Mardoqueo, su proyecto se volvió contra él, y los males que había meditado contra los judíos cayeron sobre su cabeza, siendo ahorcados él y sus hijos.
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|Ester 9:26|
Por esta razón, estos días son llamados “Purim”, de la palabra “Pur”.» Asimismo, por todo la relatado en esta carta por lo que ellos mismos vieron y por lo que se les contó,
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|Ester 9:27|
hicieron los judíos de estos días una institución irrevocable para sí, para sus descendientes y para todos los que se pasaron a ellos, conforme a este escrito y esta fecha, de año en año.
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|Ester 9:28|
Así, estos días de los Purim, conmemorados y celebrados de generación en generación, en todas las familias, en todas las provincias y en todas las ciudades, no desaparecerán de entre los judíos, y su recuerdo no se perderá entre sus descendientes.
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Sugestões

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27 de março LAB 452
ESPÍRITO IMUNDO DA PARTE DE DEUS
1Samuel 14-16
O trecho bíblico proposto para hoje é uma boa leitura não só por se tratar de um texto de entendimento simples, mas, também, porque dessa leitura é fácil percebermos boas lições espirituais.
Como exceção, encontramos dois versículos difíceis de ser entendidos: “Então, os servos de Saul lhe disseram: Eis que, agora, um espírito maligno, enviado de Deus, te atormenta... E sucedia que, quando o espírito maligno, da parte de Deus, vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa e a dedilhava; então, Saul sentia alívio e se achava melhor, e o espírito maligno se retirava dele” (16:15 e 23 - RA).
Para explicá-los, apresento abaixo uma pequena resenha de Leandro Quadros, usando a versão bíblica Revista e Almeida.
No pensamento hebraico, Deus é apresentado com sendo o autor de tudo aquilo que Ele permite que aconteça. Sua soberania é muito exaltada. Vejamos um exemplo. 1Crônicas 10:14 afirma que foi Deus quem matou Saul. Já no verso 4, a palavra de Deus relata que foi Saul quem se matou. Nosso Deus não tinha nada a ver com isso. Simplesmente esse é um modo hebraico de dizer que Deus permitiu que Saul morresse, pois foi isso que aquele rei de Israel escolheu.
A Bíblia apresenta uma grande quantidade de figuras de linguagem, expressões, etc. A expressão de Samuel quer dizer que Deus “permitiu” que o espírito atormentasse a Saul por causa da grande maldade e rebeldia dele.
Note que no verso diz que foram os “servos de Saul” que disseram isso e não Deus. Eles apenas “suporam” que tivesse sido Deus, devido às influências que a cultura hebraica (soberania de Deus em todos os acontecimentos) exercia sobre a mente deles.
Deus é amor (1João 4:8) e jamais iria mandar um espírito imundo atormentar alguém. Ele é tão bondoso que não tem prazer na morte do mais perverso de todos; Ele quer que todos se convertam e vivam (Ezequiel 18:23 e 32; Lucas 6:35). Não existe a menor possibilidade de Deus fazer o mal: “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta” (Tiago 1:13).
“Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1João 1:5).
A certeza que temos é que quando rejeitamos Seu amor, quando rejeitamos Seu perdão, Ele terá que permitir que as consequências nos sobrevenham, pois nos dá a liberdade de escolha. Confiemos no Senhor, pois “Ele é bom e a sua misericórdia dura para sempre” (Salmo 100:5).
Que Deus lhe abençoe ricamente hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva