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Karoli -
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10
|Amós 9:10|
Fegyver által halnak meg az én népemnek minden bûnösei, a kik azt mondják: Nem ér el minket és nem jõ reánk a veszedelem.
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11
|Amós 9:11|
Azon a napon felemelem a Dávid leomlott sátorát, és kijavítom repedezéseit, és felemelem omladékait, és megépítem azt, mint volt hajdanán.
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12
|Amós 9:12|
Hogy örökségképen bírják az Edom maradékát és mindama népeket, a kik az én nevemrõl neveztetnek, ezt mondja az Úr, a ki megcselekszi ezt!
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13
|Amós 9:13|
Ímé, napok jõnek, ezt mondja az Úr, és ott éri a szántó az aratót, a szõlõtaposó a magvetõt. És a hegyek musttal csepegnek, a halmok pedig mind megáradnak.
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14
|Amós 9:14|
És hazahozom a fogságból az én népemet, az Izráelt, és fölépítik az elpusztult városokat, és lakoznak bennök. Szõlõket plántálnak és iszszák azok borát, és kerteket csinálnak és eszik azoknak gyümölcsét.
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15
|Amós 9:15|
És elplántálom õket az õ földjökbe; és nem szaggattatnak ki többé az õ földjökbõl, a melyet adtam nékik, azt mondja az Úr, a te Istened!"
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Sugestões

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15 de agosto LAB 593
CRESCIMENTO E AMADURECIMENTO
Jeremias 17-19
Na faculdade, vi uma planta crescer de maneira muito rápida e surpreendente. Dentre os vários bebedouros d’água espalhados pelo campus do centro universitário, havia um que ficava bem junto à portaria. Ele era diferente dos demais por ter o jato d’água muito forte. Até hoje, ele é assim. Se você aperta o botãozinho e não põe a boca para beber a água, ele joga um jato d’água a uns três metros de distância. Naquela época, no pedacinho de gramado que havia ao redor daquele bebedouro, a equipe de paisagismo plantou ali três mudinhas de coqueiro. Não sei o nome do coqueiro, mas é aquele tipo de palmeira ornamental. E nós alunos gostávamos de brincar de apertar o botão do bebedouro jogando a água sem bebê-la, só para ver a água cair bem em cima de um desses coqueiros. E o tempo foi passando, começou a notar-se que aquela mudinha de coqueiro que ficou vítima do jato d’água do bebedouro, por ter sido plantada bem ali, começou a ficar diferente das outras! Sério! Ela parecia mais viçosa. Então brincávamos: “Vejam! Estou colaborando com a jardinagem, apertando esse bebedouro aqui...” No inverno, eu chegava a ficar com dó daquela plantinha, em ver tanta água tão fria a abater-se sobre ela, o tempo todo. Os anos se passaram. Muitas e muitas pessoas, ao tomar a água daquele bebedouro, terminam deixando-a espirrar naquele coqueiro, e o resultado é que quando eu volto lá hoje, vejo três grandes palmeiras, mas com um detalhe: uma delas é muito, muito, muito maior do que as outras. Seu tronco é muito mais forte, e de uma espessura muito superior. Ela pode oferecer uma sombra muito maior. Hoje, quando o jato d’água vem do bebedouro, não cai mais por cima da planta. Ele bate ao pé do grande e maior de todos os coqueiros.
Sabe o que isso significa?
Significa o que você vai ler na leitura de hoje, em Jeremias 17. O homem que se afasta do Senhor é como um arbusto no deserto, longe d’água. Ele seca e morre. Mas a pessoa cuja confiança está no Senhor é como uma árvore plantada junto às águas. A palmeira do bebedouro! Cresce, floresce, fica linda, deixa as pessoas felizes, sorri para a vida e tem muito a oferecer.
Que tipo de pessoa você quer ser?
A vida do coqueiro da nossa história não era um mar-de-rosas. Ele vivia molhado, com água gelada. Mas compensou. Se você quiser ser recompensado também, precisa deixar que o oleiro, de Jeremias 18-19, quebre-o, molhe-o, corte-o, amasse-o, remodele-o, asse-o e, enfim, apresente-o como obra-prima das mãos de um Deus perfeito.
Valdeci Júnior
Fátima Silva