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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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P.Kulish (NT) (1871) -
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|Atos 23:20|
Він же каже, що Жиди змовились просити тебе, щоб завтра привів Павла до них у раду, наче б хотіли лучче розпитатись про него.
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21
|Atos 23:21|
Ти ж не слухай їх: засїдаєть ся бо їх на него більш сорока чоловік, що закляли ся не їсти й не пити, доки не вбють його; і тепер готові вони, дожидаючи від тебе обіцянки.
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22
|Atos 23:22|
Тисячник же відпустив хлопця, звелівши нікому не казати, що се виявив єси передо мною.
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23
|Atos 23:23|
І, покликавши двох із сотників, каже: Наготовте дві сотні воїнів, щоб ішли в Кесарию, та сїмдесять комонників, та дві сотні стрельцїв на третю годину ночи;
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|Atos 23:24|
і скотину наготовити, щоб, посадивши Павла, одвели цілого до старости Феликса.
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|Atos 23:25|
Написав же й лист такого змісту:
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|Atos 23:26|
Клавдий Лизия вельможному старості Феликсові: радуй ся.
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|Atos 23:27|
Чоловіка сего Жиди схопили і мали вбити; я ж, пристигши з військом, одняв$$
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|Atos 23:28|
Хотівши ж довідатись про причину, за що обвинували його, увів його в раду їх,
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|Atos 23:29|
і знайшов, що обвинували його про питання закону їх, та ніякої вини, достойної смерти або кайданів, нема в йому.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva