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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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P.Kulish (NT) (1871) -
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30
|Atos 23:30|
Як же сказано менї про зраду, що мала бути од Жидів на чоловіка сього, зараз післав я його до тебе, звелівши і винувателям його говорити перед тобою, що мають на него. Бувай здоров.
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31
|Atos 23:31|
Воїни ж, як звелено їм, узявши Павла, повели в ночі в Антипатриду.
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32
|Atos 23:32|
А назавтра, зоставивши комонників ійти з ним, вернулись у замок.
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33
|Atos 23:33|
Вони ж, ввійшовши в Кесарию і оддавши лист старості, поставили перед ним і Павла.
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|Atos 23:34|
Прочитавши ж староста і спитавши, з якої він країни, та довідавшись, що з Киликиї,
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35
|Atos 23:35|
слухати му тебе, каже, як прийдуть винувателї твої. І звелїв стерегти його в преториї Іродовій.
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1
|Atos 24:1|
По пяти ж днях прийшов архиєрей і Ананїя з старшими і з речником, Тертидом якимся, і озвались вони перед старостою проти Павла.
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2
|Atos 24:2|
Як же покликано його, почав винувата Тертил, говорячи: Дознаючи через тебе великого впокою і всякого добра, що стало ся народові сьому за твоїм дбаннєм,
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3
|Atos 24:3|
завсїди і всюди приймаємо (се), вельможний Феликсе, з усякою дякою.
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4
|Atos 24:4|
Та, щоб довго тобі не докучати, благаю вислухати нас у коротці, твоєю ласкою.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva