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Biblia de Jerusalén (1976) -
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1
|1 Pedro 4:1|
Ya que Cristo padeció en la carne, armaos también vosotros de este mismo pensamiento: quien padece en la carne, ha roto con el pecado,
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2
|1 Pedro 4:2|
para vivir ya el tiempo que le quede en la carne, no según las pasiones humanas, sino según la voluntad de Dios.
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3
|1 Pedro 4:3|
Ya es bastante el tiempo que habéis pasado obrando conforme al querer de los gentiles, viviendo en desenfrenos, liviandades, crápulas, orgías, embriagueces y en cultos ilícitos a los ídolos.
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4
|1 Pedro 4:4|
A este propósito, se extrañan de que no corráis con ellos hacia ese libertinaje desbordado, y prorrumpen en injurias.
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5
|1 Pedro 4:5|
Darán cuenta a quien está pronto para juzgar a vivos y muertos.
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6
|1 Pedro 4:6|
Por eso hasta a los muertos se ha anunciado la Buena Nueva, para que, condenados en carne según los hombres, vivan en espíritu según Dios.
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7
|1 Pedro 4:7|
El fin de todas las cosas está cercano. Sed, pues, sensatos y sobrios para daros a la oración.
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8
|1 Pedro 4:8|
Ante todo, tened entre vosotros intenso amor, = pues el amor cubre multitud de pecados. =
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9
|1 Pedro 4:9|
Sed hospitalarios unos con otros sin murmurar.
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10
|1 Pedro 4:10|
Que cada cual ponga al servicio de los demás la gracia que ha recibido, como buenos administradores de las diversas gracias de Dios.
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Sugestões

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30 de agosto LAB 608
VELHO SISTEMA
Ezequiel 08-10
O texto bíblico proposto para hoje me fez pensar no perigo que ainda cerca, da idolatria. Talvez você não o perceba apenas porque ele tenha trocado de roupas, mas ele está aí. Isso me fez lembrar de um ótimo artigo – “Novos Ídolos, Velho Sistema” – do Felipe Lemos, que li há um tempo atrás, e que quero compartilhar aqui com você, de forma resumida.
Na opinião desse jornalista, a sociedade que busca referências de todos os tipos, nem que seja para justificar seu modo de ser, não consegue viver sem que alguns indivíduos funcionem como parâmetros para seus comportamentos. Nem que esses parâmetros não sejam os melhores no que diz respeito à qualidade de vida, fortalecimento dos laços familiares ou espiritualidade.
E esse blogueiro então nos faz lembrar da morte de Michael Jackson, que levou alguns a uma rápida reflexão sobre a brevidade da vida. Mas depois de pouco tempo essas mesmas pessoas não se lembrarão mais dos fatos que circundaram a morte de Jackson. Nem se preocuparão mais com a necessidade de repensar seus valores e princípios pessoais. E muitos irão atrás de novos ídolos, novas pessoas nas quais irão fundamentar seus sonhos, desejos, aspirações, enfim, novos ícones para os quais devotarão boa parte de seu tempo, recursos e capacidade intelectual. O velho sistema retornará na vida de tantos que poderiam ter uma nova perspectiva. Como eu lhe disse, o que muda é apenas a roupagem.
Concordamos que na Bíblia há um complemento à lamentação de Ezequiel pela idolatria: não ameis o mundo, nem o que há no mundo; o mundo passa, junto com a sua libertinagem, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Quem escreveu este suplemento foi João, o apóstolo, apresentando-nos a grande contradição. Pois a sociedade parece entender que a morte de “ídolos” afeta apenas um pouco, mas que as repercussões vão passar e todos poderão continuar vivendo despretensiosamente da mesma forma sem se preocupar com o amanhã, com valores, com regras, com normas, com princípios, porque vão surgir outros nomes para ocupar espaço em seu lugar e o velho sistema de amor aos ícones continuará. Por outro lado, a Bíblia ensina que todas essas coisas vão passar. Como passou em relação a Michael Jackson. Os que permanecem são aqueles que fazem a vontade de Deus.
Apegar-se ao Senhor é uma real garantia. Não é algo passageiro, transitório, efêmero. Claro que a morte chegará a muitos que lêem esse texto, mas a maneira como estiver nosso amor é que vai fazer a diferença. A quem amamos? O mundo ou Deus? Uma indagação com dupla possibilidade de resposta.
Fonte: www.felipelemos.blogspot.com – adaptado.
Valdeci Júnior
Fátima Silva