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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Biblia de Jerusalén (1976) -
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1
|Josué 15:1|
La suerte que tocó a la tribu de los hijos de Judá conforme a sus clanes cayó hacia la frontera de Edom, desde el desierto de Sin hacia el mediodía hasta Cadés en el extremo sur.
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2
|Josué 15:2|
Su límite meridional partía del extremo del mar de la Sal, desde la lengua que da hacia el sur;
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3
|Josué 15:3|
luego se dirigía por el sur de la subida de los Escorpiones, pasaba hacia Sin y subía por el sur de Cadés Barnea; pasando por Jesrón, subía hacia Adar y volvía a Carcá;
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4
|Josué 15:4|
pasaba por Asmón, iba hacia el torrente de Egipto y venía a salir al mar. Esa será vuestra frontera por el sur.
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5
|Josué 15:5|
Al oriente el límite era el mar de la Sal hasta la desembocadura del Jordán. La frontera por el lado norte partía de la lengua de mar que hay en la desembocadura del Jordán.
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6
|Josué 15:6|
El límite subía a Bet Joglá, pasaba al norte de Bet Haarabá y subía hasta la Peña de Boján, hijo de Rubén.
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7
|Josué 15:7|
El límite subía desde el valle de Akor hasta Debir y volvía al norte hacia el círculo de piedras que hay enfrente de la subida de Adummim, que está al sur del Torrente. El límite pasaba hacia las aguas de En Semes y venía a salir a En Roguel.
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8
|Josué 15:8|
Subía después por el valle de Ben Hinnom, por el sur, al Hombro del Jebuseo, es decir, Jerusalén; subía el límite por el oeste a la cima del monte que hay frente al valle de Hinnom, al extremo norte del valle de los Refaím.
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9
|Josué 15:9|
El límite torcía de la cumbre del monte hacia la fuente de agua de Neftoaj y seguía hacia las ciudades del monte Efrón para torcer en dirección a Baalá, o sea, Quiryat Yearim.
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10
|Josué 15:10|
De Baalá, el límite doblaba por el oeste hacia el monte Seír y, pasando por la vertiente norte del monte Yearim, o sea Kesalón, bajaba a Bet Semes, pasaba a Timná,
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Sugestões

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07 de março LAB 432
SUA VIDA É IMPORTANTE
Deuteronômio 32-34
Em que tipo de lugares costumamos visitar quando estamos de férias? Bem, vamos às lojas para fazer compras ou, se não tiver dinheiro para, pelo menos, ver os produtos. Também vamos à praia, serra, beira de um rio ou então para algum outro lugar de retiro, como uma chácara, fazenda, sítio. Para onde mais? Existem aqueles que podem e gostam de conhecer lugares novos, há os que passeiam...
Ah, mas eu estava esquecendo, talvez, do mais importante: a casa dos amigos e parentes. Esse não é um ótimo lugar para ir? E por falar em casas de parentes, quando saio férias, costumo visitar muitos parentes. Porém, no meio da agenda de visitar a casa de um e de outro, tenho uma parada obrigatória. Parada no cemitério! É isso mesmo que você leu. O cemitério que fica na terra dos parentes é um lugar importante, porque é ali onde estão as sepulturas de algumas pessoas que são importantes para mim. Ir lá, lembrar-me daquelas pessoas, conversar um pouquinho sobre elas, rever suas tumbas, tirar uma foto, fazer uma filmagem, refletir um pouquinho sobre a vida e fazer uma oração, agradecendo a Deus pela minha vida, é uma parada obrigatória. As férias e a vida não são compostas só de festejos regateiros. Esses momentos reflexivos fazem parte também.
A leitura de hoje mostra que quando o povo de Israel estava saindo de férias, entre canções festivas e pronunciamento de bênçãos, eles tiveram uma parada obrigatória. Aliás, duas paradas. O texto parece que quebra a sequência, bruscamente, para falar da morte de Moisés. E o interessante é que no relato bíblico de hoje, fala duas vezes da morte dele. Por quê?
Talvez eu não saiba exatamente o porquê principal disso, mas sei que a morte de Moisés não foi um assunto secundário, não foi algo passageiro na mente de quem escreveu a Bíblia. Ela foi tão marcante, que a Bíblia praticamente chega a redundar o relato. Para mim, é como se eu estivesse andando de carro, de férias, numa boa, passeando, feliz da vida e, de repente, parasse em frente ao cemitério. Daí alguém perguntaria: “Mas é hora para isso, em plenas férias?” Eu responderia que sim, que é muito importante pra mim, pois trata-se da perda e da memória de alguém que é muito importante.
É assim que Deus considera Seus filhos, que se dedicam a trabalhar para Ele e entregam a vida nas mãos dEle. São muito importantes, a ponto de tratar do seu nome com respeito até depois que a vida acaba. Porque, um dia, na eternidade, a vida vai continuar numa importância maior ainda.
Valdeci Júnior
Fátima Silva