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Biblia de Jerusalén (1976) -
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|Malaquias 2:7|
Pues los labios del sacerdote guardan la ciencia, y la Ley se busca en su boca; porque él es el mensajero de Yahveh Sebaot.
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8
|Malaquias 2:8|
Pero vosotros os habéis extraviado del camino, habéis hecho tropezar a muchos en la Ley, habéis corrompido la alianza de Leví, dice Yahveh Sebaot.
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9
|Malaquias 2:9|
Por eso yo también os he hecho despreciables y viles ante todo el pueblo, de la misma manera que vosotros no guardáis mis caminos y hacéis acepción de personas en la Ley.
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10
|Malaquias 2:10|
¿No tenemos todos nosotros un mismo Padre? ¿No nos ha creado el mismo Dios? ¿Por qué nos traicionamos los unos a los otros, profanando la alianza de nuestros padres?
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11
|Malaquias 2:11|
Judá ha traicionado; una abominación se ha cometido en Israel y en Jerusalén. Porque Judá ha profanado el santuario querido de Yahveh, al casarse con la hija de un dios extranjero.
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12
|Malaquias 2:12|
¡Que extirpe Yahveh al hombre que hace tal, ya sea testigo o defensor, de las tiendas de Jacob y de entre los que presentan la oblación a Yahveh Sebaot!
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|Malaquias 2:13|
Y esta otra cosa hacéis también vosotros: cubrir de lágrimas el altar de Yahveh, de llantos y suspiros, porque él ya no se vuelve hacia la oblación, ni la acepta con gusto de vuestras manos.
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14
|Malaquias 2:14|
Y vosotros decís: ¿Por qué? - Porque Yahveh es testigo entre tú y la esposa de tu juventud, a la que tú traicionaste, siendo así que ella era tu compañera y la mujer de tu alianza.
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15
|Malaquias 2:15|
¿No ha hecho él un solo ser, que tiene carne y espíritu? Y este uno ¿qué busca? ¡Una posteridad dada por Dios! Guardad, pues, vuestro espíritu; no traiciones a la esposa de tu juventud.
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16
|Malaquias 2:16|
Pues yo odio el repudio, dice Yahveh Dios de Israel, y al que encubre con su vestido la violencia, dice Yahveh Sebaot. Guardad, pues, vuestro espíritu y no cometáis tal traición.
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva