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Bibla Shqiptare -
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|Filipenses 2:1|
atëherë e bëni të plotë gëzimin tim, duke pasur të njejtin mendim, të njëjtën dashuri, një unanimitet dhe një mendje të vetme.
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2
|Filipenses 2:2|
Mos bëni asgjë për rivalitet as për mendjemadhësi, por me përulësi, secili ta çmojë tjetrin më shumë se vetveten.
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3
|Filipenses 2:3|
Mos mendojë secili për interesin e vet, por edhe atë të të tjerëve.
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4
|Filipenses 2:4|
Kini në ju po atë ndjenjë që ishte në Jezu Krishtin,
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5
|Filipenses 2:5|
i cili, edhe pse ishte në trajtë Perëndie, nuk e çmoi si një gjë ku të mbahej fort për të qenë barabar me Perëndinë,
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6
|Filipenses 2:6|
por e zbrazi veten e tij, duke marrë trajtë shërbëtori, e u bë i ngjashëm me njerëzit;
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7
|Filipenses 2:7|
dhe duke u gjetur nga pamja e jashtme posi njeri, e përuli vetveten duke u bërë i bindur deri në vdekje, deri në vdekje të kryqit.
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8
|Filipenses 2:8|
Prandaj edhe Perëndia e lartësoi madhërisht dhe i dha një emër që është përmbi çdo emër,
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|Filipenses 2:9|
që në emër të Jezusit të përkulet çdo gju i krijesave (ose gjërave) qiellore, tokësore dhe nëntokësore,
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|Filipenses 2:10|
dhe çdo gjuhë të rrëfejë se Jezu Krishti është Zot, për lavdi të Perëndisë Atë.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva