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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Bibla Shqiptare -
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1
|Marcos 7:1|
Atëherë rreth tij u mblodhën farisenjtë dhe disa skribë që kishin ardhur nga Jeruzalemi.
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2
|Marcos 7:2|
Ata vunë re se disa nga dishepujt e tij po hanin bukë me duar të papastra, domethënë të palara, dhe i paditën.
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3
|Marcos 7:3|
Në fakt farisenjtë dhe të gjithë Judenjtë nuk hanë pa i larë më parë me shumë kujdes duart, duke iu përmbajtur traditës së pleqve;
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4
|Marcos 7:4|
dhe, kur kthehen nga tregu, nuk hanë pa u pastruar më parë. Ka shumë gjëra të tjera që ata duhet të respektojnë për shkak të traditës: larjen e kupave, të brokave, të enëve prej bakri dhe të shtretërve.
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5
|Marcos 7:5|
Pastaj farisenjtë dhe skribët e pyetën: "Përse dishepujt e tu nuk sillen sipas traditës së pleqve, por hanë bukë pa i larë duart?'.
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6
|Marcos 7:6|
Por ai duke u përgjigjur u tha atyre: "Mirë profetizoi Isaia për ju, hipokritë, siç është shkruar: "Ky popull me buzë më nderon, por zemra e tyre rri larg meje.
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7
|Marcos 7:7|
Por kot më bëjnë një kult, duke mësuar doktrina, të cilat janë porosi nga njerëzit".
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8
|Marcos 7:8|
Duke lënë pas dore, pra, urdhërimin e Perëndisë, ju i përmbaheni traditës së njerëzve: larje brokash dhe kupash; dhe bëni shumë gjëra të tjera të ngjashme'.
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9
|Marcos 7:9|
U tha atyre akoma: "Ju jeni të shkathët për të anuluar urdhërimin e Perëndisë, për të zbatuar traditën tuaj.
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10
|Marcos 7:10|
E në fakt Moisiu tha: "Ndero atin tënd dhe nënën tënde", dhe: "Ai që mallkon atin ose nënën, të dënohet me vdekje".
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva