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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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23
|2 Crônicas 6:23|
så høre du det i Himmelen og gøre det og dømme dine Tjenere imellem, så du gengælder den skyldige og lader hans Gerning komme overhans Hoved og frikender den uskyldige og gør med ham efter hans Uskyld.
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24
|2 Crônicas 6:24|
Når dit Folk Israel tvinges til at fly for en Fjende, fordi de synder imod dig, og de så omvender sig og bekender dit Navn og opsender Bønner og Begæringer for dit Åsyn i dette Hus,
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25
|2 Crônicas 6:25|
så høre du det i Himmelen og tilgive dit Folk Israels Synd og føre dem tilbage til det Land, du gav dem og deres Fædre.
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26
|2 Crônicas 6:26|
Når Himmelen lukkes, så Regnen udebliver, fordi de synder imod dig, og de så beder, vendt mod dette Sted, og bekender dit Navn og omvender sig fra deres Synd, fordi du revser dem,
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27
|2 Crônicas 6:27|
så høre du det i Himmelen og tilgive din Tjeners og dit Folk Israels Synd, ja du vise dem den gode Vej, de skal vandre, og lade det regne i dit Land, som du gav dit Folk i Eje.
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28
|2 Crônicas 6:28|
Når der kommer Hungersnød i Landet, når der kommer Pest, når der kommer Hornbrand og Rust, Græshopper og Ædere, når Fjenden belejrer Folket i en af dets Byer, når alskens Plage og Sot indtræffer
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29
|2 Crônicas 6:29|
enhver Bøn, enhver Begæring, hvem den end kommer fra i hele dit Folk Israel, når de føler deres Plage og Smerte og udbreder Hænderne mod dette Hus,
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30
|2 Crônicas 6:30|
den høre du i Himmelen, der, hvor du bor, og tilgive, idet du gengælder enhver hans Færd, fordi du kender hans Hjerte, thi du alene kender Menneskebørnenes Hjerter,
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31
|2 Crônicas 6:31|
for at de må frygte dig og følge dine Veje, al den Tid de lever på den Jord, du gav vore Fædre.
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32
|2 Crônicas 6:32|
Selv den fremmede, der ikke hører til dit Folk Israel, men kommer fra et fjernt Land for dit store Navns, din stærke Hånds og din udstrakte Arms Skyld, når de kommer og beder, vendt mod dette Hus,
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva