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Dansk Bibel -
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21
|Daniel 4:21|
hvis Løv var fagert, og hvis Frugter var mange, det, som alle fik Næring af, under hvilket Markens Dyr fandt Bo, og i hvis Grene Himmelens Fugle byggede Rede,
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22
|Daniel 4:22|
det er dig selv, o Konge, som er blevet stor og mægtig, hvis Storhed er vokset, så den når Himmelen, og hvis Herredømme rækker til Jordens Ende.
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23
|Daniel 4:23|
Og når Kongen så, at en Vægter, en Hellig, steg ned fra Himmelen og bød: Fæld Træet og ødelæg det! Dog skal I lade Stubben med Rødderne blive i Jorden, men bundet med en Kæde af Jern og kobber i Markens Græs; af Himmelens Dug skal han vædes, og med Markens Dyr skal han dele Lod, indtil syv Tider er gået hen over ham"
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24
|Daniel 4:24|
så betyder det, o Konge, og det er den Højestes Råd, som er udgået over min Herre Kongen:
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25
|Daniel 4:25|
Du skal udstødes af Menneskenes Samfund og bo hlandt Markens Dyr; Urter skal du have til Føde som Kvæget, og af Himmelens Dug skal du vædes; og syv Tider skal gå hen over dig, til du skønner, at den Højeste er Herre over Menneskenes Rige og kan give det, til hvem han vil."
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26
|Daniel 4:26|
Men når der blev givet Påbud om at levne Træets Stub med Rødderne, så betyder det, at dit Rige atter skal blive dit, så snart du skønner, at Himmelen har Magten.
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27
|Daniel 4:27|
Derfor, o Konge, lad mit Råd være dig til Behag. Gør Ende på dine Synder med Retfærd og på dine Misgerninger med Barmhjertighed mod de fattige, om din Lykke måske kunde vare!"
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28
|Daniel 4:28|
Alt dette ramte nu Kong Nebukadnezar.
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29
|Daniel 4:29|
Tolv Måneder senere, da Kongen vandrede på Taget af det kongelige Palads i Babel,
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30
|Daniel 4:30|
udbrød han: "Er dette ikke det store Babel, som jeg byggede til Kongesæde ved min vældige Magt, min Herlighed til Ære?"
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva