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Dansk Bibel -
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|Filemom 1:11|
ham, som tilforn var dig unyttig, men nu er nyttig både for dig og for mig, ham, som jeg sender dig tilbage,
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|Filemom 1:12|
ham, det er mit eget Hjerte.
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|Filemom 1:13|
Ham vilde jeg gerne beholde hos mig, for at han i dit Sted kunde tjene mig i Evangeliets Lænker.
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|Filemom 1:14|
Men, uden dit Samtykke vilde jeg intet gøre, for at din Godhed ikke skulde være som af Tvang, men af fri Villie.
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|Filemom 1:15|
Thi måske blev han derfor skilt fra dig en liden Tid, for at du kunde få ham igen til evigt Eje,
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|Filemom 1:16|
ikke mere som en Træl, men som mere end en Træl, som en elsket Broder, særlig for mig, men hvor meget mere for dig, både i Kødet og i Herren.
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|Filemom 1:17|
Dersom da du anser mig for din Medbroder, så modtag ham som mig!
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|Filemom 1:18|
Men har han gjort dig nogen Uret eller er dig noget skyldig, da før mig det til Regning!
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|Filemom 1:19|
Jeg, Paulus, skriver med min egen Hånd, jeg vil betale,for ikke at sige dig, at du desuden også skylder mig dig selv.
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|Filemom 1:20|
Ja, Broder! lad mig få Gavn af dig i Herren, vederkvæg mit Hjerte i Kristus!
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva