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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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19
|Marcos 6:19|
Men Herodias bar Nag til ham og vilde gerne slå ham ihjel, og hun kunde det ikke.
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20
|Marcos 6:20|
Thi Herodes frygtede for Johannes, fordi han vidste, at han var en retfærdig og hellig Mand, og han holdt sin Hånd over ham; og når han hørte ham, var han tvivlrådig om mange Ting, og han hørte ham gerne."
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21
|Marcos 6:21|
Og da der kom en belejlig Dag, da Herodes på sin Fødselsdag gjorde et Gæstebud for sine Stormænd og Krigsøversterne og de ypperste i Galilæa,
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22
|Marcos 6:22|
og da selve Herodias's Datter kom ind og dansede, behagede hun Herodes og Gæsterne. Og Kongen sagde til Pigen: "Bed mig, om hvad som helst du vil, så vil jeg give dig det."
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23
|Marcos 6:23|
Og han svor hende til og sagde: "Hvad som helst du beder om, vil jeg give dig, indtil Halvdelen af mit Rige."
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24
|Marcos 6:24|
Og hun gik ud og sagde til sin Moder: "Hvad skal jeg bede om?" Men hun sagde: "Om Johannes Døberens Hoved."
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25
|Marcos 6:25|
Og hun gik straks skyndsomt ind til Kongen, bad og sagde: "Jeg vil, at du straks giver mig Johannes Døberens Hoved på et Fad."
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26
|Marcos 6:26|
Om end Kongen blev meget bedrøvet, vilde han dog for Edernes og Gæsternes Skyld ikke afvise hende:
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27
|Marcos 6:27|
Og Kongen sendte straks en at Vagten og befalede at bringe hans Hoved
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28
|Marcos 6:28|
Og denne gik hen og halshuggede ham i Fængselet; og han bragte hans Hoved på et Fad og gav det til Pigen, og Pigen gav det til sin Moder."
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva