-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Dansk Bibel -
-
17
|Provérbios 31:17|
Hun bælter sin Hofte med Kraft, lægger Styrke i sine Arme.
-
18
|Provérbios 31:18|
Hun skønner, hendes Husholdning lykkes, hendes Lampe går ikke ud om Natten.
-
19
|Provérbios 31:19|
Hun rækker sine Hænder mod Rokken, Fingrene tager om Tenen.
-
20
|Provérbios 31:20|
Hun rækker sin Hånd til den arme, rækker Armene ud til den fattige.
-
21
|Provérbios 31:21|
Af Sne har hun intet at frygte for sit Hus, thi hele hendes Hus er klædt i Skarlagen.
-
22
|Provérbios 31:22|
Tæpper laver hun sig, hun er klædt i Byssus og Purpur.
-
23
|Provérbios 31:23|
Hendes Husbond er kendt i Portene, når han sidder blandt Landets Ældste.
-
24
|Provérbios 31:24|
Hun væver Linned til Salg og sælger Bælter til Kræmmeren.
-
25
|Provérbios 31:25|
Klædt i Styrke og Hæder går hun Morgendagen i Møde med Smil.
-
26
|Provérbios 31:26|
Hun åbner Munden med Visdom, med mild Vejledning på Tungen.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva