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Biblia Dios Habla Hoy -
- Banquete del rey Asuero
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|Ester 1:1|
Esta historia tuvo lugar en el tiempo en que Asuero reinaba sobre un imperio de ciento veintisiete provincias, que se extendía desde la India hasta Etiopía,
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|Ester 1:2|
y que tenía establecido su gobierno central en la ciudadela de Susa.
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|Ester 1:3|
En el tercer año de su reinado, el rey Asuero dio una fiesta en honor de todos los funcionarios y colaboradores del gobierno, de los jefes del ejército persa y medo, y de los gobernadores y jefes de las provincias,
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|Ester 1:4|
con el fin de mostrarles la riqueza y grandeza de su reino y el extraordinario esplendor de su poderío. La fiesta duró medio año,
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|Ester 1:5|
al cabo del cual el rey dio otra fiesta que duró siete días, en el patio del jardín del palacio real. Todos los que vivían en la ciudadela de Susa, tanto los más importantes como los menos importantes, fueron invitados.
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|Ester 1:6|
El patio estaba adornado con finas cortinas blancas y azules, sostenidas por cordones de lino color púrpura que pasaban por anillos de plata, y estaban sujetas a unas columnas de mármol. También habían puesto divanes de oro y plata, y el suelo estaba embaldosado con piedras finas, nácar y mármol blanco y negro.
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|Ester 1:7|
Las bebidas se servían en copas de oro, cada una de ellas de diferente forma, y el vino corría en abundancia, como corresponde a la generosidad de un rey.
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|Ester 1:8|
Sin embargo, el rey había dado orden a los jefes de los camareros de palacio, de que no se obligara a nadie a beber, sino que cada invitado tomara lo que quisiera.
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|Ester 1:9|
Por su parte, la reina Vasti dio también un banquete a las esposas de los invitados en el palacio del rey Asuero.
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|Ester 1:10|
En el séptimo día de fiesta, el rey estaba muy alegre debido al vino, y mandó a Mehumán, Biztá, Harboná, Bigtá, Abagtá, Zetar y Carcás, siete hombres de su confianza,
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Sugestões

Clique para ler Esdras 4-6
23 de maio LAB 509
“FELIZ PÁSCOA” ATRASADO? NÃO!
Esdras 04-06
Ontem começamos a ler o livro de Esdras e já lemos praticamente um terço dele. Sua leitura é bem rápida. Até amanhã, já teremos lido o livro inteiro. Então, para não perder o pique, anote os capítulos que você deve ler neste dia.
No relato de hoje, há muitos fatos importantes, mas um dos mais destacados é a celebração da Páscoa. E quando você ler sobre essa Páscoa aí de Esdras, verá que ela é muito diferente ou, eu até diria, que não tem nada a ver com a Páscoa que é celebrada atualmente no nosso mundo moderno. Por quê?
Bem, estamos no dia 23 de maio, e a Páscoa já passou. Mas como a comemoração da Páscoa hoje em dia não está relacionada com a verdadeira origem da Páscoa, quero aproveitar nossa leitura para falar sobre o assunto e fazer alguns comentários sobre essa celebração. Afinal, a proposta do nosso programa não é comentar o calendário cívico, mas sim a leitura bíblica do dia.
Tem gente que pergunta: “É certo comemorar a Páscoa?” O que você acha? Particularmente, creio, com toda convicção, que sim, porque Jesus a comemorou. Podemos confirmar isso em Lucas 2:41-43, Mateus 26:18-30 e João 13-17. Agora, qual é a verdadeira comemoração da páscoa?
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última Páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos. A partir do verso 26, está a instituição dela por Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no Calvário para remissão dos pecados de muitos.
A Páscoa cristã, na verdade, é celebrada no coração de cada cristão que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem vida eterna em Si mesmo, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que O aceite como tal. Temos como agir assim sempre. Por isso há um texto sobre a Páscoa na leitura de hoje e, mesmo fora da data do calendário, chamo sua atenção para a verdadeira páscoa, que é ter Jesus no coração.
Em 1Coríntios 5:7-8, está escrito: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. ... Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” Na Páscoa cristã, quando temos recebido Jesus como nosso cordeiro pascal, devemos estar conscientes de que também somos peregrinos apenas de passagem por esta Terra e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1 e 2Pedro 3:13). Amém!
Valdeci Júnior
Fátima Silva