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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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|2 Samuel 2:4|
Daarna kwamen de mannen van Juda, en zalfden aldaar David tot een koning over het huis van Juda. Toen boodschapten zij David, zeggende: Het zijn de mannen van Jabes in Gilead, die Saul begraven hebben.
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5
|2 Samuel 2:5|
Toen zond David boden tot de mannen van Jabes in Gilead, en hij zeide tot hen: Gezegend zijt gij den HEERE, dat gij deze weldadigheid gedaan hebt aan uw heer, aan Saul, en hebt hem begraven.
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6
|2 Samuel 2:6|
Zo doe nu de HEERE aan u weldadigheid en trouw! En ik ook, ik zal aan u dit goede doen, dewijl gij deze zaak gedaan hebt.
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7
|2 Samuel 2:7|
En nu, laat uw handen sterk zijn, en zijt dapper, dewijl uw heer Saul gestorven is; en ook hebben mij die van het huis van Juda tot koning over zich gezalfd.
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|2 Samuel 2:8|
Abner nu, de zoon van Ner, de krijgsoverste, dien Saul gehad had, nam Isboseth, Sauls zoon, en voerde hem over naar Mahanaim,
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9
|2 Samuel 2:9|
En maakte hem ten koning over Gilead, en over de Aschurieten, en over Jizreel, en over Efraim, en over Benjamin, en over gans Israel.
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10
|2 Samuel 2:10|
Veertig jaren was Isboseth, Sauls zoon, oud, als hij koning werd over Israel; en hij regeerde het tweede jaar; alleenlijk die van het huis van Juda volgden David na.
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|2 Samuel 2:11|
Het getal nu der dagen, die David koning geweest is te Hebron, over het huis van Juda, is zeven jaren en zes maanden.
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|2 Samuel 2:12|
Toen toog Abner, de zoon van Ner, uit, met de knechten van Isboseth, den zoon van Saul, van Mahanaim naar Gibeon.
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13
|2 Samuel 2:13|
Joab, de zoon van Zeruja, en de knechten van David, togen ook uit; en zij ontmoetten elkander bij den vijver van Gibeon; en zij bleven, deze aan deze zijde des vijvers, en die aan gene zijde des vijvers.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva