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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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11
|Marcos 13:11|
Doch wanneer zij u leiden zullen, om u over te leveren, zo zijt te voren niet bezorgd, wat gij spreken zult, en bedenkt het niet; maar zo wat u in die ure gegeven zal worden, spreekt dat; want gij zijt het niet, die spreekt, maar de Heilige Geest.
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12
|Marcos 13:12|
En de ene broeder zal den anderen overleveren tot den dood, en de vader het kind; en de kinderen zullen opstaan tegen de ouders, en zullen hen doden.
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13
|Marcos 13:13|
En gij zult gehaat worden van allen, om Mijns Naams wil; maar wie volharden zal tot het einde, die zal zalig worden.
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14
|Marcos 13:14|
Wanneer gij dan zult zien den gruwel der verwoesting, waarvan door den profeet Daniel gesproken is, staande waar het niet behoort, (die het leest, die merke daarop!) alsdan, die in Judea zijn, dat zij vlieden op de bergen.
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15
|Marcos 13:15|
En die op het dak is, kome niet af in het huis, en ga niet in, om iets uit zijn huis weg te nemen.
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16
|Marcos 13:16|
En die op den akker is, kere niet weder terug, om zijn kleed te nemen.
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17
|Marcos 13:17|
Maar wee den bevruchten en den zogenden vrouwen in die dagen!
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18
|Marcos 13:18|
Doch bidt, dat uw vlucht niet geschiede des winters.
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19
|Marcos 13:19|
Want die dagen zullen zulke verdrukking zijn, welker gelijke niet geweest is van het begin der schepselen, die God geschapen heeft, tot nu toe, en ook niet zijn zal.
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20
|Marcos 13:20|
En indien de Heere de dagen niet verkort had, geen vlees zou behouden worden; maar om der uitverkorenen wil, die Hij heeft uitverkoren, heeft Hij de dagen verkort.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva