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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
106-
Dutch Staten Vertaling -
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21
|Salmos 106:21|
Zij vergaten God, hun Heiland, Die grote dingen gedaan had in Egypte;
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22
|Salmos 106:22|
Wonderdaden in het land van Cham; vreselijke dingen aan de Schelfzee.
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23
|Salmos 106:23|
Dies Hij zeide, dat Hij hen verdelgen zou, ten ware Mozes, Zijn uitverkorene, in de scheure voor Zijn aangezicht gestaan had, om Zijn grimmigheid af te keren, dat Hij hen niet verdierf.
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24
|Salmos 106:24|
Zij versmaadden ook het gewenste land; zij geloofden Zijn woord niet.
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25
|Salmos 106:25|
Maar zij murmureerden in hun tenten; naar de stem des HEEREN hoorden zij niet.
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26
|Salmos 106:26|
Dies hief Hij tegen hen Zijn hand op, zwerende dat Hij hen nedervellen zou in de woestijn;
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27
|Salmos 106:27|
En dat Hij hun zaad zou nedervellen onder de heidenen, en hen verstrooien zou door de landen.
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28
|Salmos 106:28|
Ook hebben zij zich gekoppeld aan Baal-Peor, en zij hebben de offeranden der doden gegeten.
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29
|Salmos 106:29|
En zij hebben den HEERE tot toorn verwekt met hun daden, zodat de plaag een inbreuk onder hen deed.
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30
|Salmos 106:30|
Toen stond Pinehas op, en hij oefende gericht, en de plaag werd opgehouden.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva