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Español Moderno -
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|Eclesiastes 8:8|
No hay hombre que tenga poder sobre el hálito de vida, como para retenerlo, ni hay poder sobre el día de la muerte. No hay tregua en semejante guerra, ni la impiedad librará a los que la poseen.
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|Eclesiastes 8:9|
Todo esto he observado, y he dedicado mi corazón a todo lo que se hace debajo del sol. Hay tiempo en que el hombre se enseñorea del hombre, para su propio mal.
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|Eclesiastes 8:10|
Asimismo, he observado esto: que los impíos, que antes entraban y salían del lugar santo, son sepultados y reciben elogios en la ciudad donde así hicieron. Esto también es vanidad.
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|Eclesiastes 8:11|
Cuando la sentencia contra la mala obra no se ejecuta enseguida, el corazón de los hijos del hombre queda más predispuesto para hacer el mal.
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|Eclesiastes 8:12|
Aunque un pecador haga mal cien veces y prolongue sus días, con todo yo sé que a los que temen a Dios, a los que temen ante su presencia, les irá bien.
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|Eclesiastes 8:13|
Pero al impío no le irá bien, ni le serán alargados sus días como la sombra; porque no teme ante la presencia de Dios.
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|Eclesiastes 8:14|
Hay una vanidad que se hace sobre la tierra: Hay justos a quienes sucede como si hicieran obras de impíos, y hay impíos a quienes sucede como si hicieran obras de justos. Digo que esto también es vanidad.
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|Eclesiastes 8:15|
Por eso yo elogio la alegría, pues el hombre no tiene debajo del sol mejor bien que comer, beber y alegrarse. Esto es lo que le queda por su duro trabajo en los días de su vida que Dios le ha dado debajo del sol.
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|Eclesiastes 8:16|
Al dedicar mi corazón a conocer la sabiduría y a ver la tarea que se realiza sobre la tierra (porque ni de noche ni de día los ojos del hombre disfrutan del sueño),
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|Eclesiastes 8:17|
vi todas las obras de Dios. Ciertamente el hombre no logra comprender la obra que se hace debajo del sol. Por más que se esfuerce buscándolo, no lo alcanzará; aunque el sabio diga que lo conoce, no por ello podrá alcanzarlo.
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Sugestões

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01 de fevereiro LAB 398
LEVÍTICO E VIDA
Levítico 01-04
São várias as traduções bíblicas que apresentam o enunciado “O terceiro livro de Moisés chamado LEVÍTICO”. Tal título está baseado no fato de que esse livro lida com o assunto dos regulamentos que estavam relacionados com o desempenho das funções dos membros da tribo de Levi.
Deus fala ou Deus é? Segundo Leslie Hardinge e Frank Holbrook (Levítico e Vida, LES, Casa Publicadora Brasileira, 1º trimestre de 1989, páginas 2 e 3), a expressão “Yahweh falou”, ou algum equivalente, aparece em Levítico pouco mais de cinqüenta vezes, enquanto o termo “Eu sou Yahweh” e seus equivalentes aparecem mais de cem vezes no mesmo livro. Portanto, a autoridade e o nome do Senhor são citados em uma média de uma vez para cada oito versos. Isso mostra a ênfase de que os regulamentos desse livro não são de origem mosaica, mas divina.
Como o povo de Deus deveria adorá-Lo, desde o começo? A clara sistematização da resposta a esta pergunta é o conteúdo dos regulamentos levíticos. Eles também contém muitos símbolos que figuram o processo da salvação, revelando verdades espirituais que Jeová queria ensinar para Seus filhos. De forma profética, esses símbolos apontam para o ministério de Jesus.
E o que isso tem a ver com a nossa realidade? As pessoas modernas continuam sendo instintivamente propensas ao pecado. Isso faz com que o evangelho ainda seja necessário. O evangelho é eterno. E ele leva aos pecadores a graça de Deus para a salvação, desde os tempos antigos até hoje.
Um modelo teológico que nos ajuda a entender o plano da salvação está contido no livro Levítico. E assim como acontece em Êxodo e Números, tal metodologia se dá através do sistema do santuário. Esta é a razão de encontrarmos em Levítico o estabelecimento das normas para este sistema, além do estabelecimento dos preceitos para o cotidiano do povo que, dedicado ao concerto, tem o desejo de ser um reflexo do caráter divino. É um manual do crente.
Podemos dividir o livro Levítico em três partes. A primeira delas vai até além da metade do livro (capítulos 1 a 15), tratando, de uma maneira geral, sobre a “justificação em Jesus”. A segunda parte é um pequeno grande centro: o capítulo dezesseis. Ele é o eixo, pois, apresentando o assunto do dia da expiação, serve como ponte teológica entre a primeira e a terceira partes do livro. E essa terceira é aplicada à matéria da “santificação em Jesus”. Ao ler esse livro, é importante ter em mente esta estrutura literária.
Muito mais importante, é render-se à orientação mental concedida pelo Espírito Santo. Ao ler, ouça Deus falando. É vida!
Valdeci Júnior
Fátima Silva