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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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12
|2 Coríntios 4:12|
Azért a halál mi bennünk munkálkodik, az élet pedig ti bennetek.
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13
|2 Coríntios 4:13|
Mivelhogy pedig a hitnek mi bennünk is ugyanaz a lelke van meg, a mint írva van: Hittem és azért szóltam; hiszünk mi is, és azért szólunk;"
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14
|2 Coríntios 4:14|
Tudván, hogy a ki feltámasztotta az Úr Jézust, Jézus által minket is feltámaszt, és veletek együtt elõállít.
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15
|2 Coríntios 4:15|
Mert minden ti érettetek [van,] hogy a kegyelem sokasodva sokak által a hálaadást bõségessé tegye az Isten dicsõségére.
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16
|2 Coríntios 4:16|
Azért nem csüggedünk; sõt ha a mi külsõ emberünk megromol is, a belsõ mindazáltal napról-napra újul."
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17
|2 Coríntios 4:17|
Mert a mi pillanatnyi könnyû szenvedésünk igen-igen nagy örök dicsõséget szerez nékünk;"
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18
|2 Coríntios 4:18|
Mivelhogy nem a láthatókra nézünk, hanem a láthatatlanokra; mert a láthatók ideig valók, a láthatatlanok pedig örökkévalók."
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1
|2 Coríntios 5:1|
Mert tudjuk, hogy ha e mi földi sátorházunk elbomol, épületünk van Istentõl, nem kézzel csinált, örökké való házunk a mennyben.
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2
|2 Coríntios 5:2|
Azért is sóhajtozunk ebben, óhajtván felöltözni erre a mi mennyei hajlékunkat;"
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3
|2 Coríntios 5:3|
Ha ugyan felöltözötten is mezíteleneknek nem találtatunk!
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva