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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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22
|Ezequiel 10:22|
És orczáik formája: ugyanazok az orczák valának, a melyeket a Kébár folyó mellett láttam, [tudniillik] formájokat és õket magokat. Mindenik a maga orczája felé megy vala.
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1
|Ezequiel 11:1|
És fölemelt engem a lélek, és bevive az Úr házának keleti kapujához, a mely néz keletnek, és ímé, a kapu bejáratánál huszonöt férfi vala, kik között látám Jaazanját, Azzur fiát, és Pelatjáhut, Benájáhu fiát, a nép fejedelmeit.
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2
|Ezequiel 11:2|
És mondá nékem: Embernek fia! ezek a férfiak, a kik gonoszt eszelnek ki és rossz tanácsot adnak ebben a városban,
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3
|Ezequiel 11:3|
Mondván: Nem egyhamar fogunk házakat építeni; ez [a város] a fazék, mi pedig a hús."
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4
|Ezequiel 11:4|
Azért prófétálj ellenök; prófétálj, embernek fia!"
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5
|Ezequiel 11:5|
És esék reám az Úr lelke, és mondá nékem: Mondjad, így szól az Úr: Így szólottatok, Izráel háza! és a mi lelketekben készül, én tudom.
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6
|Ezequiel 11:6|
Sokakat öltetek meg ebben a városban, és utczáit megtöltöttétek megölettekkel.
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7
|Ezequiel 11:7|
Ezért, így szól az Úr Isten: Megöletteitek, kiket a város közepére vetettetek, ezek a hús, a város pedig a fazék, és titeket kivisznek belõle.
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8
|Ezequiel 11:8|
Fegyvertõl féltetek, fegyvert hozok reátok, azt mondja az Úr Isten.
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9
|Ezequiel 11:9|
És kiviszlek titeket belõle, és adlak titeket idegenek kezébe, és tartok ítéletet fölöttetek.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva