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Karoli -
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17
|Gálatas 2:17|
Ha pedig Krisztusban keresvén a megigazulást, mimagunk is bûnösöknek találtatunk, avagy Krisztus bûnnek szolgája-é? Távol legyen.
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18
|Gálatas 2:18|
Mert, ha a miket elrontottam, azokat ismét fölépítem, önmagamat teszem bûnössé.
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19
|Gálatas 2:19|
Mert én a törvény által meghaltam a törvénynek, hogy Istennek éljek.
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20
|Gálatas 2:20|
Krisztussal együtt megfeszíttettem. Élek pedig többé nem én, hanem él bennem a Krisztus; a mely életet pedig most testben élek, az Isten Fiában való hitben élem, a ki szeretett engem és önmagát adta érettem."
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21
|Gálatas 2:21|
Nem törlöm el az Isten kegyelmét; mert ha a törvény által [van] az igazság, tehát Krisztus ok nélkül halt meg."
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1
|Gálatas 3:1|
Óh balgatag Galátziabeliek, kicsoda ígézett meg titeket, hogy ne engedelmeskedjetek az igazságnak, kiknek szemei elõtt a Jézus Krisztus úgy íratott le, [mintha] ti köztetek feszíttetett [volna] meg?
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2
|Gálatas 3:2|
Csak azt akarom megtudni tõletek: a törvény cselekedeteibõl kaptátok-é a Lelket, avagy a hit hallásából?
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3
|Gálatas 3:3|
Ennyire esztelenek vagytok? A mit Lélekben kezdtetek el, most testben fejeznétek be?
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4
|Gálatas 3:4|
Annyit szenvedtetek hiába? ha ugyan hiába.
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5
|Gálatas 3:5|
Annakokáért, a ki a Lelket szolgáltatja néktek, és hatalmas dolgokat mûvel bennetek, a törvény cselekedeteibõl, vagy a hit hallásából [cselekeszi-é?]
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva