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Karoli -
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|Hebreus 7:1|
Mert ez a Melkisédek Sálem királya, a felséges Isten papja, a ki a királyok leverésébõl visszatérõ Ábrahámmal találkozván, õt megáldotta,
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2
|Hebreus 7:2|
A kinek tizedet is adott Ábrahám mindenbõl: a ki elsõben is magyarázat szerint igazság királya, azután pedig Sálem királya is, azaz békesség királya,
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3
|Hebreus 7:3|
Apa nélkül, anya nélkül, nemzetség nélkül való; sem napjainak kezdete, sem életének vége nincs, de hasonlóvá tétetvén az Isten Fiához, pap marad örökké."
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4
|Hebreus 7:4|
Nézzétek meg pedig, mily nagy ez, a kinek a zsákmányból tizedet is adott Ábrahám, a pátriárka;"
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5
|Hebreus 7:5|
És bár azoknak, kik a Lévi fiai közül nyerik el a papságot, parancsolatjok van, hogy törvény szerint tizedet szedjenek a néptõl, azaz az õ atyafiaiktól, jóllehet õk is az Ábrahám ágyékából származtak;"
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6
|Hebreus 7:6|
De az, a kinek nemzetsége nem azok közül való, tizedet vett Ábrahámtól, és az ígéretek birtokosát megáldotta,
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7
|Hebreus 7:7|
Pedig minden ellenmondás nélkül való, hogy a nagyobb áldja meg a kisebbet.
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|Hebreus 7:8|
És itt halandó emberek szednek tizedet, ott ellenben az, a ki bizonyság szerint él:
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|Hebreus 7:9|
És hogy úgy szóljak, Ábrahámnál fogva tized vétetett Lévitõl is, a tizedszedõtõl,
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|Hebreus 7:10|
Mert õ még az atyja ágyékában vala, a mikor annak elébe ment Melkisédek.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva